Resenha: Um Mais Um – Jojo Moyes

canva-photo-editor (48)

Esse é um livro que eu li já faz mais de 2 anos e eu ainda não tive a vergonha na cara de resenhá-lo, mas parando agora, pegando-o na mão e sentindo a leveza da escrita de Jojo Moyes novamente, me deu vontade de contar um pouquinho sobre a história de Jess Thomas e Ed Nicholls.

Como muitos sabem, eu sou suspeita máxima para falar sobre Jojo Moyes, sou superfã, e claramente esta mulher nasceu para nos fazer sofrer e refletir sobre os momentos complicados e tensos da vida.
Partindo desse princípio, podemos imaginar que “Um Mais Um” se trata de um livro triste, mas é bem o contrário. Se trata de um livro fofo, que relata muitos momentos complicados em que nos metemos em grandes problemas mesmo tentando fazer a coisa certa.
E também sobre como o destino é engraçado, e sempre acaba trazendo pessoas e situações incríveis em momentos que você não vê mais luz no fim do túnel.

canva-photo-editor (46)

Para quem não sabe, “Um Mais Um” recebeu em 2014 uma indicação ao prêmio “Goodreads Choice Awards” de Melhor Ficção, mas acabou perdendo para “Ligações” de Rainbow Rowell (que ainda está na minha pilha da vergonha de livros incríveis não lidos).

Por ser um livro leve, contado em terceira pessoa, com uma escrita simples, e que não possui os sofrimentos habituais da escrita de Jojo Moyes, acredito ser uma ótima oportunidade de conhecer a autora e se deixar levar pela mente criativa dessa mulher incrível!
A capa segue a mesma linha de todas as outras da autora, uma pegada minimalista, porém superfofa e bem cuidada. A diagramação e revisão do livro é bem feita, e quem é leitor assíduo (assim como eu) consegue ler o livro em dois dias – ele possui por volta de 320 páginas.

A trama conta a história de Jess Thomas, uma dona de casa que rala muito para poder sustentar a filha Tanzie e o enteado Nicky – que ficou morando com ela após o chá de sumiço de seu ex-marido.
Tanzie é uma garotinha gênio da matemática, que recebeu uma oportunidade de estudar em uma escola particular através de bolsa de estudos. Nicky é um adolescente gótico meio nublado, que sofre bullying na escola (nível hard), e é viciado em videogames e maquiagem.
Nessa história temos também Ed Nicholls, um milionário do ramo tecnológico que está com a vida aos poucos desmoronando após uma denúncia de práticas ilegais dentro da sua empresa. Além das acusações de ter vazado informações privilegiadas, Ed também esta querendo sumir do mapa para fugir de sua ex-mulher e de sua irmã, que vive cobrando atenção na agenda do milionário para uma visita ao pai.

canva-photo-editor (49)

“Um Mais Um” começa contando a história de Ed e Jess quando se conhecem. Jess tem uma repulsa absurda pelo tipinho de Ed: milionários. Mas após ele ter se embebedado no pub onde ela trabalha e não conseguir voltar para casa, ela acaba sentindo um pouco de dó e ajudando Ed a voltar em segurança.
Tanzie acabou de receber uma bolsa de estudos em uma escola particular, mas Jess não tem condições de pagar o restante da mensalidade, já que a bolsa não seria integral. Sua única esperança é que a menina vença as Olimpíadas de Matemática (na Escócia!) para conseguir o valor e pagar a diferença da bolsa.
Em um ato de agradecimento e generosidade pelos cuidados de Jess no pub, Ed percebe que Jess está passando por uma situação delicada junto com as crianças (pois ela não tem um carro em condições de fazer a viagem de onde moram até a Escócia) e topa ajuda-la com uma carona até o outro país.

Após enjoos, comidas ruins, engarrafamentos, cenas fortes e risadas no desenrolar da história, o final não é desesperador igual ao “Como Eu Era Antes de Você” – que, aliás, você pode ler a resenha clicando aqui – é uma leitura leve que, confesso, no começo não me deixou muito interessada porque de sofrida já basta a minha vida, hahaha. Mas depois me veio uma sensação de frescor, um olhar diferenciado para os detalhes da vida, e um pensamento de que não importa pelo que estamos passando, as coisas sempre vão melhorar! A vida é assim, é cheia de altos e baixos e essa leitura realmente exemplifica o quanto isso é verdade.

Por ser um livro contado em terceira pessoa, poderia facilmente ter se tornado um clichê contando a história de um homem rico e uma empregada que se apaixonam e pronto. Mas Jojo Moyes teve o poder de falar sobre isso e não ser clichê. Ela trouxe a perspectiva real dos personagens, mesmo quando conta a história por outro ponto de vista.
Toda o drama da história é desenvolvido a partir do início da viagem para ir até as Olimpíadas, e o final seria o resultado de toda a viagem com Jess, Ed, Tanzie, Nicky e o doguinho Norman.

canva-photo-editor (50)

“Um Mais Um” não se trata de um livro impecável e que é impossível deixar de ler, mas sim de um livro que tem uma bela mensagem e que te inspira a ser uma pessoa melhor.

“Venho martelando na cabeça das crianças por todos esses anos que, se nos preocuparmos com os outros e fizermos o que é certo, tudo ficará bem. Não roubar. Não mentir. Fazer o que é certo. De alguma maneira, o universo vai nos ajudar. Bem, tudo isso é mentira, não é? Ninguém mais pensa assim.”

Gostou da resenha de “Um Mais Um”?
Não esquece de curtir, comentar e fortalecer o trabalho da amiguinha! =)

E não me esquece nas redes-sociais! =]

Instagram: @lulisproject
Facebook: /lulisproject

Playlist da Semana!

LULIS PROJECT

E depois de tanto tempo, estamos de volta!
Com uma playlist um tanto quanto nublada, mas com bastante sentimento.

*Para ouvir o som, é só clicar no link e você será redirecionado para uma aba do Spotify*

Nothing But Thieves – Emergency
Avenged Sevenfold – Roman Sky 
Seether – Against The Wall (Acoustic Version)
Red Sun Rising – Stealing Life 
Stone Sour – Bother
Volbeat – Our Loved Ones
Red Sun Rising – Emotionless
Nothing More – Here’s To The Heartache
Sick Puppies – All The Same
Placebo – Loud Like Love

Curtiu? Não esquece de deixar um comentário para fortalecer o trabalho da amiguinha!
E não me esquece nas redes-sociais! =]

Instagram: @lubismodesti
Facebook: /lulisproject

Resenhada: A Sereia – Kiera Cass

canva-photo-editor (32)

Estava eu plena atrás de algum livro leve, que não fosse denso em escrita, não falasse de assuntos cabulosos, e que tivesse um romance pra dar uma esquentada no coração (já que a vida não ta lá muito boa no setor, seguimos com a ficção fazendo seu papel, rs).
Pensei também que talvez seria interessante dar uma lida em alguma coisa que falasse de Sereias, e lembrei que em alguma Black Friday da vida eu havia comprado “A Sereia” da Kiera Cass (mesma autora de “A Seleção”). Pensei com os meus botões “why not?”.

canva-photo-editor (35)

Para quem não conhece, Kiera Cass é uma autora Americana que ficou conhecida pela série de “A Seleção”. Particularmente nunca senti atração em ler esta série, mas confesso que seu primeiro título publicado me chamou a atenção não só pela capa (que apesar de simples e clichê, é bem bonita), também me chamou muito a atenção pelo título. Quem me conhece sabe, sou total filha de Poseidon, e tudo que tem relação ou referências ao mar sempre me chama mega a atenção!
Kiera começou a escrever após uma tragédia na cidade em que morava, e por volta de 2009 lançou a história de “A Sereia”. Ela tem um canal no youtube onde faz interação com seus fãs, fala sobre o cotidiano, e sobre seus livros.

canva-photo-editor (29)
O livro conta a história de Kahlen, uma sereia que foi transformada por volta do século 30 e está presa em um tratado: 100 anos de devoção à Água.
Kahlen foi escolhida pela Água durante um ataque de suas “irmãs sereias” ao navio que estava com sua família, e que resultou em seu naufrágio.
Após este acontecimento a personagem se torna extremamente dedicada a sua causa, e a manter suas irmãs na linha, para que ninguém descubra o segredo das sereias.
Kahlen pouco se lembra de sua vida passada e de sua família biológica. Após 80 anos de devoção à Água ela sente como se fosse sua mãe, e as outras sereias suas irmãs.

Infelizmente Kahlen não sabe lidar com o fato de ser uma sereia e ter que ceifar vidas inocentes. Como em qualquer história de sereias, elas precisam matar humanos com suas vozes. Mas nesta história seria por um bem maior: para alimentar A Água.

A personagem de Kahlen claramente foi construída como a personagem de Bella em Crepúsculo: sem sal, e só dor – até encontrar o grande amor de sua vida.
Confesso que tenho um pouco de ódiozinho de histórias que gostam de vitimizar os personagens principais, e fazem disso um gancho para a história. Isso me decepcionou muito dentro da narrativa, e Kiera Cass pecou em judiar da personagem desse jeito.

Como Kahlen não sabe lidar com seus sentimentos e com o peso de seus atos, ela sempre esta lendo, procurando informações sobre sua espécie, ou coletando informações das pessoas que matou. Ela passa muito tempo em uma biblioteca próxima de sua residência, onde acaba conhecendo Akinli.
Diferente de outras pessoas que se aproximam de Kahlen e suas irmãs (por conta de sua beleza e mistério), Akinli tenta uma aproximação por curiosidade e real interesse na personagem principal.

canva-photo-editor (33)

A Sereia representa uma decepção considerável em minhas leituras atuais. Esperava muito mais da história, por mais breve que fosse.
Esperava mais fundo para as irmãs de Kahlen, como Padma teve, falando e dando destaque sobre a misoginia que sofria e também sobre a cultura dela. Esperava mais profundidade para a história da própria Kahlen, que falava sempre como sofria horrores com as mortes que causava, mas nunca detalhava nada para te chocar tanto quanto ela se sentia chocada. Parece que faltou emoção nas histórias contadas.
Senti falta de um desfecho com detalhes e emoção. Fiquei tão brava com o final dessa história, que quando terminei fui dividir minha indignação com amigos leitores! Eu esperava muito mais detalhes, e com certeza se Kiera tivesse pensado com um pouco mais de carinho no background da narrativa, seria possível uma continuação da história. Com certeza Kiera não precisaria nem falar sobre Kahlen na continuação, mas sobre a história da Água (que no final poderia ser um personagem incrivelmente interessante), e também o desfecho de suas irmãs. Renderia uma baita série!

Vejo como uma estréia de potencial, mas não vejo uma vontade de realmente contar história por parte da autora. Deixou vários pontos desconexos e o final foi bem previsível.
A história ainda consegue te prender mesmo sendo rasa. A leitura é simples, sem complexidade, e se você for devorador de livros assim como eu, consegue terminar o livro bem rápido (levei 1 semana por conta do trabalho e da vida social, rs). O livro tem 328 páginas com folhas amareladas e um acabamento de bom gosto.

Para a finalidade de uma leitura leve e sem complexidade, foi 100% de aproveitamento. Me deixou decepcionada, porém, curiosa para quem sabe uma continuação. Tenho que dar um leve desconto por ser o primeiro livro publicado da autora, mas confesso que não me deu o start para ler “A Seleção” daqui um tempo.

Gostou da resenha de A Sereia?
Não esquece de curtir, comentar, e fortalecer o trabalho da amiguinha! =)

E não me esquece nas redes-sociais! =]

Instagram: @lulisproject
Facebook: /lulisproject

Resenhada: O Outro Cão Que Guarda As Estrelas – Takashi Murakami

canva-photo-editor (28)

Se você chorou muito com o primeiro volume que conta a história do cachorrinho Happy e seu dono, já pode preparar os lencinhos para o volume 2 que sem sombra de dúvida, vai te fazer chorar mais do que o primeiro!

Fiquei bem ansiosa pelo lançamento dessa obra, e lembro que fiquei procurando por DIAS um local que estivesse disponível para venda o mais rápido possível. hahaha

O nome em Japonês da primeira história é “Futagoboshi” e logo na contra-capa você encontra a tradução literal da palavra: “Estrelas gêmeas, refere-se a duas estrelas ligadas gravitacionalmente. Esse é o caso da Sírio, a estrela mais brilhante da constelação de Cão Maior, também chamada de Estrela Binária.”

O Outro Cão Que Guarda As Estrelas conta a história do irmão de Happy, que foi abandonado na rua bem debilitado e quase sem forças para viver.
Até que uma senhorinha o encontra na rua e o leva para casa.
Essa senhorinha (gentilmente chamada de Vovó pelo cãozinho) consegue enxergar no animal a sua própria vida: prestes a acabar. Com o intuito de levar o cãozinho para casa só para ter um final decente, – e ela conseguir acabar com a sua própria agonia – Vovó nem pensa que um animalzinho como aquele pode mudar tanto os seus pensamentos em relação a vida.
Ela realmente percebe que uma companhia pode transformar sua vida, rotina, pensamentos, e coração.

O Outro Cão que Guarda As Estrelas pode ser considerado um dos mangás com melhor roteiro já escrito! Dentro dele nós temos a história da senhorinha que encontra o irmão de Happy, (“Pequeno” como gentilmente era chamado pela Vovó), e também a história de Tetsuo (lembra-se do menininho que roubava a carteira do papai de Happy no primeiro volume?). Ambas as histórias são extremamente bem feitas, e quando você chega no final do mangá parece que tudo foi detalhadamente pensado para te surpreender.

canva-photo-editor (35)

O Cão Que Guarda As Estrelas e O Outro Cão Que Guarda As Estrelas são histórias combinadas, o segundo mangá claramente é um incremento do primeiro muito bem feito. Mas você precisa prestar bastante atenção para não perder nenhum detalhe, pois as pistas são sutis, e vale a pena você ler o primeiro mais de uma vez para entender o segundo volume.

canva-photo-editor (32)

A trama foi desenvolvida com o pensamento / fala dos animais, o que da um teor maior de tristeza e inocência para alguns trechos da história.
Confesso que em vários quadros eu parei, coloquei o livrinho no colo, dei uma chorada, respirei, e voltei a ler.
A leitura é super leve, não existe complexidade, mas existe muito sentimento envolvido em cada acontecimento. Realmente eu não indico a leitura para quem estiver em um dia triste.

Confesso que no final eu chorei mais do que deveria e fui tomada pela emoção da história e dos personagens de ambas as histórias.
É uma leitura com forte apelo emocional que te faz refletir sobre os momentos bons da vida, sobre as pessoas que te rodeiam, e sobre o poder que nossos pets exercem em nossa vida e o poder que nós temos sobre a vidinha tão curta deles.
Se você leu o primeiro volume e ficou com dúvidas sobre o segundo aqui fica a minha dica: compre sem medo, é tão (se não mais) incrível quanto o primeiro volume.

canva-photo-editor (34)

Lançado pela Editora JBC em 2015, O Outro Cão Que Guarda As Estrelas é um mangá em brochura, extremamente bem feito (assim como o primeiro volume), e a capa é incrivelmente linda toda rosinha e cheia de sakuras!

Nota: 10 / 10!

Se você estava em alguma caverna, ou simplesmente não conseguiu ver o post sobre “O Cão Que Guarda As Estrelas”, você pode clicar aqui e dar uma conferida. =)

Gostou da resenha de O Outro Cão Que Guarda As Estrelas?
Não esquece de curtir, comentar, e fortalecer o trabalho da amiguinha! =)

E não me esquece nas redes-sociais! =]

Instagram: @lubismodesti
Facebook: /lulisproject

Resenha – Soul Rebel: Reviravolta | Kimberly Mascarenhas

canva-photo-editor (2)

Confesso que no começo a leitura me deixou bem animada, mas no meio da história me deu uma sensação de “para de ler isso, que você vai passar nervoso”.
Não abandonei, e consegui terminá-lo em uma noite. Não me arrependi da maratona e confesso que o final me surpreendeu muito, e deixa um gancho enorme para uma continuação.

Soul Rebel é narrado em primeira pessoa e possuí duas partes. A primeira é focada em Cassidy, uma menina que vive em um colégio católico e vive fugindo com sua parceira Claire. A segunda parte é dividida entre Cassy e Maison, um rapaz barra pesada que você sempre vai ter uma pulguinha atrás da orelha.

Cassidy é uma jovem bem festeira, que vive fugindo e correndo riscos em festas “proibidas” junto com Claire. Mas em uma dessas escapulidas, quando ela volta ao colégio, recebe a notícia do falecimento de sua mãe que estava internada em um hospital psiquiátrico. Cassy não tem nenhum tipo de contato com seu pai, e se vê sozinha sem parentes próximos para lhe acolher neste momento.

Cassy é retirada do colégio por Deborah – uma velha amiga de sua mãe – que deixou clara suas boas intenções em ajudar diante da dificuldade da perda. Deborah luta pela guarda de Cassy, mas tudo fica mais difícil de ser resolvido com seu filho Mason por perto.
Mason não aceita o fato de Cassy estar em sua casa, e acaba estabelecendo limites rígidos de contato com a garota.

canva-photo-editor (1)

Cassidy acaba passando por situações extremamente perigosas e traumatizantes após a saída do colégio, e como consequência essas situações acabam quebrando os limites estabelecidos por Mason. Após tudo isso Mason e Cassidy acabam se tornando “íntimos” (hmmmm, danadjenhos) e começam a se tolerar.

Soul Rebel é um livro que me fez criar expectativas no começo, mas vários furos apareceram e deixaram a história a desejar.
O fato de Deborah aparecer do nada e não ter um passado contado deixou uma parte muito vaga na história. Não se sabe se ela é do bem ou do mal, e se ela planeja algo além do que realmente parece para Cassy.
Deborah tem uma breve história contada, mas é um personagem que poderia trazer muitos detalhes para a história. Poderia ser um gancho bem explorado dentro do livro para a família de Cassy – que deveria ter mais presença durante o desfecho, ou mesmo introdução da história.
O tempo com que as coisas acontecem também é absurdamente rápido e você não consegue digerir os acontecimentos. A única coisa que deu tempo de digerir foi meu ódio pelo Mason e o passado dele!

Cassy é um personagem totalmente deslumbrado, que não se revolta pelas coisas que acontecem. Não se questiona sobre o desdobramento de não ter ido ao enterro de sua mãe, ou o afastamento de seu pai – e o fato de nunca aparecer – ou talvez o motivo de Deborah estar “presente demais”.
É um personagem raso, que tinha tudo para crescer mas não houve investimento por parte da autora.

Como toda história romântica “Mexicanizada”, Cassy tem que lidar com Alexia, (ex de Mason) que ressurge das cinzas com mil e um argumentos de amor.
Quem me conhece sabe que ODEIO histórias com ex namorada como cenário. Isso vitimiza demais o personagem e me broxa instantaneamente com a leitura. Fora que se trata de um cenário totalmente raso para se explorar, você continua a leitura mais pelo barraco do que pela história em si.

canva-photo-editor

O final mudou minha perspectiva em relação ao livro, pois foi totalmente blow my mind e deu um desfecho bem bacana para a história – por mais que tenha a abençoada da ex namorada no meio. E o gancho que deixaram para uma continuação é GIGANTE. Inclusive, esse ano (2018) saiu a continuação “Retaliação”, que fiquei bem curiosa para ler, mas não é prioridade na wishlist, rs.

Quanto a diagramação e revisão a editora caprichou, e a capa chama muita atenção. As cores utilizadas são lindas, a arte no geral teve um cuidado generoso. Pena que a história não foi tããããão cuidada assim. Mas vale a pena por ser uma leitura rápida, e também adulta.

Nota: 6,5 / 10
Não chegou no 7 pelos furos na história. =(

Esta resenha também foi publicada no blog Estante Seletiva, e você pode encontra-la clicando aqui!

Gostou? Não esquece de deixar um like, um coments, e dar aquela compartilhada para fortalecer o trabalho da coleguinha!

E não me esquece nas redes-sociais! =]

Instagram: @lubismodesti
Facebook: /lulisproject

Resenhada – Mary E. Pearson – The Kiss Of Deception!

canva-photo-editor (9)

Lia é a Primeira Filha da Casa Real do Reino de Morringhan. Desde cedo foi doutrinada para seguir uma série de tradições e deveres. Um desses “deveres” seria se casar com o príncipe de Dalbreck – onde seu pai (Rei de Morringhan) tinha como presunção uma aliança para preservar seu reino de uma guerra.
Após assinatura de papéis, a princesa Lia foge de Morringhan e abandona o príncipe – e noivo – de Dalbreck no altar. Causando um grande desconforto entre os reinos – e o quase infarto do rei de Morringhan. Com isso, ela planta um alvo em suas costas, onde sua cabeça é o prêmio mais valioso!
Lia muda de cidade com sua fiel escudeira Pauline, mas sem saber que independente de onde ela vá, todos estão de olhos nela.

canva-photo-editor (4)

The Kiss Of Deception esta como o melhor livro que eu li no ano de 2017. Talvez eu tenha criado um hype muito alto lendo algumas resenhas onde ele foi ovacionado, e também pela arte da capa (convenhamos, essa capa é M A R A V I L H O S A ), que a Darkside caprichou e manteve como original de lançamento.
Quando comprei este livro, comprei o primeiro e segundo volumes juntos, e posso afirmar que as capas são tão maravilhosas quanto a história. Os detalhes e o cuidado que a Darkside teve com todos os volumes da série são impressionantes!
Sempre que penso em LIVRO DE VERDADE, penso na série The Kiss Of Deception: capa dura, fita de cetim para marcar as páginas, diagramação certeira, peso perfeito, mapa interno para visualização da história, e detalhes de ilustrações na troca de capítulos.

canva-photo-editor (7)
Não encontrei erros de digitação no primeiro volume, isso comprova ainda mais o capricho e cuidado que a Darkside teve com o volume.
Em alguns capítulos existem trechos dos “Últimos Testemunhos de Gaudrel”, escrita dos “antigos” da trama, onde você começa a encaixar diversas peças do quebra-cabeça dos reinos. A obra foi muito bem elaborada, Mary não deixou a desejar!

canva-photo-editor (17

O enredo é envolvendo, e os personagens são marcantes.
Kaden e Rafe são personagens enigmáticos, e que te pregam peças como se você fosse Lia. Diversas vezes me peguei com dúvidas de quem seria o assassino e quem seria o príncipe nessa história.

O emponderamento feminino é bem desenhado na trama, e a força feminina faz com que a história te envolva com uma mistura de alegria e orgulho.
O fato de Lia buscar sua liberdade e uma pessoa que realmente a ame pelo que ela é (e não por um punhado de papéis e por um porto), faz com que o romance também tenha seu espaço bem marcado.

canva-photo-editor (2)

Rico em detalhes, drama, aventura, fantasia, e romance na medida certa.
The Kiss Of Deception não me decepcionou e deixou um gostinho de quero mais.
Já terminei o segundo e terceiro volumes da trilogia, e em breve volto para contar mais sobre o destino de Lia, Kaden, e Rafe!

Nota: 10 / 10 – FAVORITEI! 

Gostou da resenha de The Kiss Of Deception?
Não esquece de curtir, comentar, e fortalecer o trabalho da amiguinha! =)

Esta resenha foi originalmente criada para o blog Estante Seletiva, você pode clicar aqui para ler a versão original!

E não me esquece nas redes-sociais! =]

Instagram: @lubismodesti
Facebook: /lulisproject

Playlist da Semana!

Class of 2021BS Business Administration

E aqui estamos com uma playlist ECLETIQUÉRRIMA, com as 10 músicas que eu mais ando cantando (mesmo sem voz) nos últimos dias! =)

*Para ouvir o som, é só clicar no link e você será redirecionado para uma aba do Spotify*

Mike Shinoda – Hold It Together
J-AX, Fedez – Italiana
The Interrupters – Gave You Everything
Bruno Martini, Timbaland, Johnny Franco – Road
Bad Cop, Bad Cop – Nightmare
Nx Zero – Zerar e Recomeçar
Sant, Tiago Mac, Lord, Maria, Choice – Capricorniana
Linkin Park – Session
Authority Zero – Endless Roads
A Day To Remember – If It Means A Lot To You

Curtiu? Não esquece de deixar um comentário para fortalecer o trabalho da amiguinha!
E não me esquece nas redes-sociais! =]

Instagram: @lubismodesti
Facebook: /lulisproject