[NOVO] DudsPlay e análise de Days Gone!

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E ai pessoal, como estão?

Deixa eu me apresentar primeiro!
Sou o Dudu Falque – vulgo DudsPlay – e vou começar a trazer algumas reviews de jogos para vocês. Eu e a Lu já havíamos conversando há muito tempo sobre isso e finalmente dei as caras por aqui! hahahaha
Pretendo trazer tanto jogos Triple A (jogos que tem um grande investimento de empresas gigantes) tanto quanto jogos Indies (Jogos de empresas independentes). Quero trazer o máximo de jogos diferentes para vocês, para que todos saiam da caixinha e descubram que existem muitos jogos no background desse mundo de games, mas que são incrivelmente bons!
Hoje não será o caso de um jogo pouco conhecido, mas sim de um jogo que foi levemente injustiçado por ter saído com um monte de bugs – mas que hoje foram corrigidos – e quero muito falar sobre ele:
Days Gone!

Days Gone é um jogo de ação e aventura em terceira pessoa, mundo aberto, com uma pitada de sobrevivência, exclusivo de Playstation 4, publicado pela SIE Bend Studios -mesmo estúdio que fez um clássico de Playstation 1 chamado Syphon Filter, e esse estúdio é de propriedade da Sony, lançado em 26 de abril de 2019.

Quando ele foi anunciado na E3 de 2016, lembro do trailer que já me ganhou.
Vou deixar aqui para que todas possam sentir o hype! =)

Se eu fosse resumir (mas resumir muito mesmo) diria que esse jogo é um casamento de The Walking Dead com Sons of Anarchy. Trabalhei no lançamento deste título, e foi exatamente inspirado nessas duas obras que John Garvin (diretor criativo) e Jeff Ross (diretor do jogo) desenvolveram o game.
Por mais que estejamos passando por um momento muito complicado no mundo – por conta de um vírus – eu sempre gostei de filmes, séries e jogos que falam sobre pandemias, extinção humana, e um mundo pós-apocalíptico.

Duas coisas me chamaram MUITO a atenção em Days Gone: enredo e trilha sonora.

O jogo se passa 2 anos após uma pandemia (ora ora) acontecer e mais de 2BI de pessoas morrerem, transformando algumas pessoas em “Freakers” – que são infectados e se alimentam de humanos e animais.
O mundo basicamente acabou, não tem internet, não tem comunicação de rádio, não tem nada. Apenas alguns acampamentos espalhados lutando pela sobrevivência.

Nós controlamos Deacon St. John, um caçador de recompensas que luta para sobreviver ao lado de seu grande amigo Boozer, morando fora desses acampamentos.
Cara, assim, Deacon é um personagem BEM difícil de se lidar. Ele é folgado, ele é grosso e meio que justifica essa personalidade dele com o fato de ter perdido tudo o que tinha. Achei ele meio irritante no começo, mas depois fui me acostumando e ele foi melhorando. Deacon fazia parte de uma gangue de motoqueiros antes de tudo acontecer. Mas a maior perda para Deek (apelido dele) foi ter perdido sua esposa Sarah, que ele deixou partir em um helicóptero com um grupo de resgate, e ficou para ajudar seu amigo Booze – já que havia espaço só para mais dois no helicóptero.
Deek decidiu deixar Sarah ir sozinha e prometeu se encontrar com ela no acampamento para onde ela foi levada, mas chegando lá, viu que o acampamento tinha sido completamente destruído e todos os corpos queimados.
A vida dele nunca mais foi a mesma.

A história em si é bem contada e muito bem feita. Alguns personagens poderiam ter sido mais aproveitados – não é nada que vai estragar o enredo, mas poderia ser melhor desenvolvido.
Vamos conhecendo outros acampamentos, outros personagens importantes e também começamos a entender como que esse vírus se espalhou, o que é exatamente esse vírus e de onde ele surgiu. A história te prende e faz você querer jogar para entender melhor. No começo do jogo, talvez não empolgue TANTO, mas com o tempo passando, alguns acontecimentos nos faz ter vontade de jogar para saber o que está acontecendo de verdade, e qual o final dessa história.

Por ser de mundo aberto, podemos fazer diversas missões para evoluir o nosso personagem, ganhar dinheiro para comprar novas armas e equipamentos para a nossa moto.
SIM!
Nós podemos evoluir a nossa moto, seja da pintura, até equipamentos – como nitro por exemplo.
Esses itens só serão liberados de acordo com o nível de confiança que temos nos acampamentos. Para aumentar a confiança, temos que fazer missões para os acampamentos, caçar alguns Freakers por ai, caçar animais e entregar na cidade para ganhar recompensas.
Temos uma “árvore de evolução” que podemos distribuir pontos em melhorias para as armas, resistência entre outras coisas. Podemos encontrar algumas “injeções” para aumentar nossa saúde ou nossa energia – que é gasta enquanto corremos, que por sinal….corremos MUITO e o motivo principal eu te conto agora!

Creio que o ponto forte na jogabilidade de Days Gone é o encontro de hordas… que meu amigo, é INSANO! Vou deixar um vídeo aqui da demo apresentada na E3 de 2016:

Gente, são mais de 200 bichos atrás do personagem!
E temos que encontrar formas diferentes de mata-los.
Podemos atirar em todos, jogar granadas, fazer armadilhas, explodir barris, derrubar troncos, usar o cenário SEMPRE ao nosso favor. Era desesperador e ao mesmo tempo MUITO mas MUUUUITO divertido.
Quando vencia uma horda, era basicamente uma sensação de alívio e era MUITO gratificante! hahahaha

Contando um pouco sobre os bugs..
Quando ele foi lançado, ele foi massacrado por conta da quantidade de bugs que encontraram no jogo.
Eu joguei BEM depois, e terminei recentemente, e encontrei dois bugs só!
Um deles, é que eu sai de um túnel dirigindo e o outro lado tinha desaparecido, não carregava o mapa, ai eu caia no infinito e morria! Hahahahahaha
O outro bug eu apertei start, e travou. Fechei o jogo e voltou ao normal. Muita gente abandonou o jogo por conta disso, hoje, esse bugs sumiram, podem ficar tranquilos!

A ambientação do jogo é bem bonita. Vamos para lugares onde trens foram abandonados, túneis lotados de carros, corpos no chão, carros destruídos, florestas, montanhas rochosas, montanhas com neve e por ai vai.
O mundo acabou bicho, e os lugares mostram exatamente isso!

Os gráficos são ótimos, bem bonitos e detalhados.
Principalmente com o uniforme que St. John usa. Achei animal os detalhes das roupas cheias de sangue, com cortes e tal.
Não tive problemas de quebra de FPS e o jogo rodou super bem. Ponto positivo!

A trilha sonora é SACANAGEM!
Os gritos dos bichos, as músicas de combate, as músicas dos acampamentos, o barulho da moto, tudo funciona muito bem.
A dublagem, ficou bem legal, se você jogar em português, não vai se arrepender. Localizaram muito bem!
Tem uma parte que andamos de moto com o Boozer e a música que tocou casou exatamente com o ambiente e com o que tava acontecendo ali no momento.
Joguei com o fone para me ambientar e fiquei encantando, sem brincadeira!
Por sinal, a trilha sonora original está disponível no Spotify, você pode conhece-la clicando aqui.
Destaque para Soldier’s Eyes de Jack Savoretti que toca na parte que eu mencionei. ABSURDO!

No geral, eu gostei MUITO de Days Gone.
Não vou dizer que foi uma experiência inesquecível, mas foi uma experiência excelente.
Terminei o jogo com um sorriso no rosto, me divertindo muito fazendo as missões secundárias que dão um aprofundamento na história que já é bem legal.
Fiz 100%, platinei e é bem tranquilo fazer a platina.
Jogos de mundo aberto me fazem querer ir atrás das missões secundárias, e Days Gone ajuda com o ótimo ritmo que tem. Fiz tudo em mais ou menos 70 horas e se você quer terminar sem fazer tudo, deve chegar em 20 horas mais ou menos.
O final do jogo é muito bom e o final secreto é de EXPLODIR A CABEÇA.
Tentem buscar que vocês não irão se arrepender!

Espero que tenham gostado e que eu tenha passado o hype que eu tive com Days Gone!
Até a próxima!

Resenha: Roverandom – J. R. R. Tolkien

Copy of Mitologia Nórdica
Sei que para alguns dispensa explicações de Tolkien – já que se trata de um dos autores mais conhecidos e renomados de todo o meio da literatura fantasiosa.

Porém, acho legal ressaltar as qualidades de um dos meus autores favoritos da vida!
Além de ser capricorniano como eu (rs), ele marcou o último século com suas publicações, e acabou entrando para a lista dos autores mais queridos pelo público que consome histórias de fantasia.

John Ronald Reuel Tolkien ficou conhecido mundialmente como J.R.R. Tolkien. Ele foi um grande e premiado escritor, professor universitário, filólogo (aquele que estuda cientificamente o desenvolvimento de uma língua ou de famílias de línguas), e participou efetivamente da primeira guerra mundial no ano de 1916.
Após a primeira guerra, Tolkien começou a desenvolver seus primeiros manuscritos que o levariam ao seu “mundo secundário”. Neste mundo foram desenvolvidos diversos títulos conhecidos como “O Senhor dos Anéis”, “Silmarillion”, e “O Hobbit”.
Graças a popularidade de seu trabalho, Tolkien ficou conhecido como o pai da literatura fantástica, rendendo até duas indicações para o prêmio Nobel de literatura.

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Além dos títulos conhecidos por todo nerd e estudioso, Tolkien também desenvolveu a história de Roverandom, que vamos falar hoje! =)

Roverandom foi criada por uma nova faceta de Tolkien, uma história simples e profunda, que foi desenvolvida para seu filho Michael Tolkien.
Segundo a história por trás do título, em 1925, Michael Tolkien perdeu na praia um dos seus divertimentos favoritos: um cãozinho de brinquedo.
Tendo isso como fio, Tolkien quis distrair seu filho do trauma, e criou uma história sobre um cachorro de verdade, que é transformado em cachorro de brinquedo por um mago. Esse é só o início da história que também pinta a visita do cãozinho da Lua ao fundo do mar, descobrindo o mundo e seus sentimentos.

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A história narra a vida de Rover após o trágico dia em que ele se perdeu de seu dono. Mas ela reserva uma narrativa bem mágica, com criaturas fantasiosas, lugares nunca antes imaginados, e algumas ilustrações bem bacanas para ajudar no imaginário de quem coloca as mãos na obra.

Eu particularmente me deliciei com a leitura que é simples (apesar da tradução não seguir a linha do português coloquial), mas não é rápido de ler. Exige muita imaginação e em alguns momentos eu parei a leitura para dar asas a imaginação.
Sabe aquele momento que você para e fica pensando com o livro na mão? Bem isso!

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Acredito que esse título seja super indicado para criação de 8 / 10 anos. E em breve pretendo entregar meu exemplar para o meu sobrinho. ❤
Além de influenciar um pouquinho nos gostos dele, vira também um incentivo para a prática da leitura, que esta cada vez mais em falta nos jovens padawans por ai.

O exemplar que tenho é da editora Martins Fontes, possui uma capa super bonita com o dragão da história, pouco mais de 100 páginas com tom amarelado (algo bom, pois não cansa a vista, e pode ser lido em uma única vez), e conta com aproximadamente 5 ilustrações do próprio autor.
A edição de 2014 conta inclusive com dedicatória do título
à memória de Michael que faleceu em 1984.

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Resenha: Mitologia Nórdica – Neil Gaiman

 

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Essa foi a minha primeira leitura do Neil Gaiman, e por ser a primeira experiência, fiquei mais do que impressionada!
Para aqueles que não conhecem muito sobre o mundo da literatura, Neil Gaiman é um autor britânico, muito conhecido e respeitado no meio dos contos e romances. E também por suas adaptações para o mundo das telas como roteirista.
Gaiman é muito conhecido pelo seu sucesso Sandman (confesso que ainda esta na minha pilha da vergonha), Deuses Americanos, Coraline, entre outros títulos.

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No estudo das lendas e mitos, a mitologia veio para juntar o real e a ficção, trazer uma história antiga dos valentes de tempos passados, bravos nomes, a criação de lugares sagrados, deuses, demônios, planetas, terra, céu, tudo o que conhecemos, podemos tocar ou não.
A Mitologia Nórdica é a minha favorita entre todas as existentes, conheço muitas histórias, contadas de diversas formas e por vários autores, e cada vez busco expandir mais o conhecimento sobre o tema. Como muitos sabem, as histórias nórdicas são repassadas de geração em geração, e são adaptações desde a primeira história contada.
Ela basicamente funciona como um grande telefone sem fio, cada um vai contando do jeito que lhe é conveniente.
Neil Gaiman deixa isso registrado no seu prefácio, falando inclusive para que seus leitores conheçam essas histórias, se apropriem delas, e depois contem para os amigos e família à sua maneira.

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O livro Mitologia Nórdica de Gaiman mostra que foi feito com muito carinho, uma vez que os contos são bem escritos, curtos, mas sempre ricos em detalhes. Tive a sensação de que o livro foi escrito com o essencial para conhecimento da história.
A leitura é leve, simples, e rica.
A edição inicial lançada pela Intrínseca é linda! Capa dura, diagramação muito bem trabalhada, acabamento primoroso e tradução sem defeitos.

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Analisando como uma fã de Mitologia Nórdica, acredito que o livro acabou quando tinha que acabar e que o essencial foi escrito.
Porém, entendendo um pouquinho sobre o potencial do autor e também toda a riqueza das histórias nórdicas, acredito que uma edição de 600 páginas poderia facilmente ser criada, e seria muito bem aceita no mercado e pelos fãs do autor.

No livro vamos encontrar histórias sobre os principais personagens e acontecimentos da história nórdica:
Thor, Loki, Odin, os clãs Aesir e Vanir, Asgard, e até Ragnarok.
Todos tiveram seu momento escrito com maestria, Loki inclusive recebeu holofote por parte de suas crias, uma das histórias que mais me alegrou e deixou vidrada. Conta como o martelo de Thor foi criado. Por qual motivo os deuses não vão com a cara de Loki. E também as verdades por trás do Ragnarok.
Inclusive, recomendo muito a leitura do livro e depois a dedicação de umas horinhas para a série “Ragnarok” da Netflix. Muitas histórias abordadas no livro são bem feitas na série, parece até que foi baseado nos contos de Gaiman.

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Para aqueles que não conhecem a história, é uma ótima pedida para iniciar neste mundo nórdico.
Incrível para entender que mesmo com toda a devoção do povo nórdico, até os deuses são vulneráveis. Apesar de fortes, eram humanos e suscetíveis a erro, dúvida, insegurança, vaidade, e a famosa maldade.

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Feliz 2020! Com #MLV2020!

Oieeee, eu voltei! Feliz ano novo!

E junto com esse novo ano, estou trazendo uma novidade para o blog!
Durante o ano de 2020, vou produzir alguns vídeos para o meu canal no youtube, espero que gostem! =)

O primeiro foi enviado ontem, já viu?
Nele falei sobre a Maratona Literária de Verão 2020 (MLV2020), organizada pelo Victor do canal Geek Freak.
Falei um pouquinho sobre como vai funcionar, os prazos e as minhas leituras. =)

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Parece bastante coisa né? Mas juro que é fácil! hahaha

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Resenha: Uma Bolota Molenga e Feliz – Sarah Andersen

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Em Uma Bolota Molenga e Feliz, Sarah Andersen (minha autora amada do coração) volta para nos trazer mais alegria e registrar momentos incríveis da nossa geração!
Digo nossa, porque né.. geração Y / Millennials.. tá tudo em casa! rs

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Neste segundo volume lançado no Brasil através da editora Seguinte, Sarah dedica as tirinhas para aqueles que não economizam dinheiro na livraria, aqueles que são especialistas em roubar blusão alheio, e que não sabem se comportar em situações sociais.

Encontramos a análise e opinião de Sarah sobre a pressão de socialização, um tema bem interessante e que merece um holofote para discussões. Já que os introvertidos não falam muito a respeito, ela achou uma forma simples e direta de se expressar sobre a situação.

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As tirinhas são divertidas, reflexivas, e cheias de verdades que não percebemos, ou preferimos ocultar das nossas vistas. Andersen também faz questão de abordar assuntos que evitamos ou ignoramos – como a boa e velha procrastinação.

A ideia é registrar o início da vida adulta de uma forma realista, porém, analisando sempre o lado cômico e até bom das situações.
Ela mostra como você pode perder sua motivação em um piscar de olhos, e como seu pensamento sobre os peludos também pode mudar facilmente, já que eles são encantadores e donos do nosso corpinho.

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“Uma Bolota Molenga e Feliz” se trata de um livro rápido, assim como seu antecessor “Ninguém Vira Adulto de Verdade” (que eu já falei aqui no blog, e você pode ler a resenha clicando aqui).
Neste volume você ri, solta umas gargalhadas durante as horas de leitura, e acaba saindo muito feliz no fim, com a sensação de ter vivido uma boa parte das situações mencionadas nos quadrinhos (principalmente se for mulher).

A leitura também se torna relevante pelo fato de não conter apenas tirinhas, e não ser um repeteco de “Ninguém Vira Adulto de Verdade”, é muito legal como ela conta suas experiências e histórias, e você acaba desenvolvendo uma grande empatia pela autora durante a leitura.

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Com os livros de Sarah Andersen você não precisa ler todos na sequência de lançamento. Eu acabei lendo por ser fã e acompanhar todas as publicações internacionais e nacionais dela.

Se você quiser começar já pelo terceiro volume (em breve resenha por aqui) “A Louca Dos Gatos”, não terá problemas, pois não se trata exatamente de uma continuação.
Por ter seguido a ordem, eu consegui analisar um leve desenvolvimento das histórias entre si, mas nada que seja obrigatório de ler na sequência.

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Sem dúvida, “Uma Bolota Molenga e Feliz” trata de assuntos relevantes, com temática feminina, toques de empatia, bichíneos, e leveza.
A segunda edição da série não fica atrás no sentido capricho, pois assim como o primeiro volume tem uma capa dura, com cores chamativas, belo acabamento e revisão 100%.
Se trata do tipo de livro que você vai ler diversas vezes, vai deixar por um tempo na cabeceira da cama, vai indicar para as / os amigas / os, ou simplesmente vai ficar paquerando durante aquela passada de olhos pela estante.

Acredito que a compra da edição física seja uma boa, por ser um livro não só com o conteúdo incrível, mas também com um visual lindo, e que pode virar decoração e até um belo presente para alguém que precisa de um pouco de cor na vida, rs.

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Resenhada: A Rebelde do Deserto – Alwyn Hamilton

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Que não é fácil ser mulher no mundo é fato, mas A Rebelde Do Deserto vai te mostrar que ser mulher em Miraji é insanidade.

Amani Al’Hiza é uma menina pobre e órfã do deserto de Miraji, uma garota de dezesseis anos, atiradora talentosa, que não consegue escapar da Vila da Poeira sozinha. Uma cidadezinha no último condado que lhe oferece um futuro com casamento arranjado e uma vida submissa junto ao seu novo “dono”. Para ela, ir embora deixou de ser um desejo e se tornou propósito de vida.

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Após a morte de seu padrasto e sua mãe, Amani foi morar com seu tio desprezível,  suas mulheres, e as diversas filhas, tudo para não ter um fim como de seus pais. Após a morte de sua mãe, ela sonhava acordada com Izman, a capital onde poderia encontrar sua tia e tentar ter uma vida diferente do que aquela que tinha na Vila da Poeira.
Para isso, Amani precisaria de dinheiro, e já que tinha uma boa mira, decidiu se vestir de menino e ir para a cidade vizinha na calada da noite para participar de um concurso de tiro.
O que Amani não sabia é que lá conheceria Jin, um forasteiro procurado pelo Exército do Sultão, acusado de ser um traidor. Com isso, ela acaba também se tornando um alvo em movimento, já que consegue deixar sua cidade para descobrir o deserto e seus mistérios junto ao forasteiro Jin.

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A Rebelde do Deserto se trata de um livro que inicialmente me chamou a atenção pela capa – não nego! rs
Quando comprei achei que a história tinha grandes chances de ser fraca e eu cai literalmente do cavalo, já que ela foi crescendo e agora estou órfã de leitura, querendo o próximo volume!
A personagem é totalmente decidida, que luta pela igualdade, pela sua liberdade, e seus ideais. É o tipo de leitura que me chama a atenção, e não havia colocado fé alguma na leitura até descobrir como Amani poderia ser “badass” no decorrer da história.

No começo achei o livro um pouco travado, confuso, já que haviam várias cidades com nomes estranhos, os personagens também possuem nomes estranhos e alguns são parecidos. Fiquei confusa e até um pouco broxada – até a parte que o seres místicos começaram a aparecer. Da metade para o final do livro é um pulo, já que ele te prende e tudo o que poderia ser inimaginável acontece assim em 3, 2, 1.

Achei incrível o fato de diversos personagens masculinos levantarem a bandeira da igualdade de gêneros no livro. Ainda mais um deles sendo do alto escalão e sendo uma pessoa que pode fazer diferença na história não só da personagem, mas sim de todas as personagem femininas da trama.

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Não havia lido nada da Alwyn Hamilton, mas fiquei muito contente com a primeira leitura. Realmente satisfeita com a escrita fluída, com a riqueza de detalhes, a mensagem sútil, porém direta que foi escrita. A Rebelde do Deserto foi sua estréia como autora, e o título foi indicado como Melhor Estréia de Autor no GoodReads Choice Awards.
E apesar da autora ser um fenômeno, fui rabuda o suficiente para comprar meu exemplar durante a Bienal do ano passado (não tenho certeza, mas acho que foi 2018), e junto com ele ter um poster com uma ilustração da Amani e autografado pela autora. Vou deixar umas fotinhos para recordação dessa surpresinha! ❤

No geral a tradução e revisão do texto foi bem feita, prezando sempre os detalhes e os nomes reais dados pela autora. Não encontrei erros gramaticais ou qualquer coisa desconfortável durante a leitura. Se trata de uma leitura leve, e a diagramação faz com que o andamento seja mais instintivo ainda. Sou suspeita para falar, mas normalmente as revisões da Editora Seguinte são 10 / 10 rainha sem defeitos né?
*Alou Seguinte, patrocina a genteney!*

O desfecho do livro é bem surpreendente, cheio de aventura, descobertas, e não é nada premeditado. Gostei muito pois todas as ideias que eu tinha de final, e toda a visão que eu tinha da história caiu por terra. Foi uma surpresa muito boa, e realmente me deixou com muita vontade de conhecer mais as histórias de Amani, Jin, e os djinnis.

“O deserto faz parte de mim”

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A Rebelde do Deserto

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Resenhada: A Prisão do Rei – Victoria Aveyard

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Vocês lembram da série A Rainha Vermelha?
Pois é meus queridos, já saiu o livro coletânea da história, e eu estou aqui (só um pouquinho atrasada) para falar sobre o terceiro livro da série: A Prisão do Rei.

Láááá em 2016 eu falei sobre os dois primeiros volumes da série, dando uma introdução da história (com e sem spoilers), e também falando do volume que saiu com os contos extras. Você pode ler o post com as resenhas de A Rainha Vermelha, Espada de Vidro, e Coroa Cruel clicando aqui.

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Demorei muito para escrever essa resenha por motivos de: não sei lidar com términos de sagas / séries e recentemente eu terminei o último volume Tempestade de Guerra (prometo que em breve trago a resenha final por aqui).

ATENÇÃO!
A PARTIR DESTE MOMENTO ESTA RESENHA PODE CONTER SPOILERS!

Maaaaas, falando sobre o terceiro volume A Prisão do Rei, Mare Barrow não está nos melhores dias já que foi capturada, e esta completamente impotente sem o seu poder. Maven está no controle de Norta e Elara segue com os planos implantados na mente do jovem Rei. Mare está em uma situação onde é, usada por Maven em sua propaganda política para intermediar a rebelião vermelha e a guerra civil que está prestes a explodir durante seu reinado.

Maven não é o tipo de Rei que seus aliados e seu povo esperavam. Ele consegue ludibriar todos durante a história, e faz com que você fique em um misto de amor e ódio. Confesso que diversas vezes estive com o coração na mão pelos acontecimentos relacionados a ele, Cal, e seu suposto amor por Mare. Mas não se deixe enganar, já que o novo rei pode ser ardiloso e traiçoeiro.

O pau ta comendo no contexto geral, e a Guarda Escarlate também está se movimentando e se organizando para uma expansão de sua tropa. A rebelião iniciada ganha cada vez mais força, e então decidem que finalmente está na hora de parar de agir no escuro.

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Iniciei essa leitura com muita expectativa sobre Cal. Já que ele deveria seguir o caminho junto a Guarda Escarlate e também lutar pela vida de Mare.
O desfecho de Cal e Mare é COMPLETAMENTE fora da curva, preparem-se!

A trama foi bem escrita, tirando as partes da personagem Cameron, que acabava com o meu dia.
Cameron se trata de uma personagem muito bad vibe, rancorosa e difícil de realizar uma evolução. Dá a sensação de ficar patinando nos capítulos dela, dá uma broxada legal.

Evangeline foi uma personagem que me surpreendeu MUITO durante a história.
Nos primeiros livros você não tem uma visão profunda da personagem, e acaba alimentando um ódio profundo por ela. No terceiro volume ela acaba chegando realmente ao holofote e tomando seu coração de forma gloriosa.

Eu realmente sou suspeita para falar, mas eu gosto muito do formato de escrita da Victoria Aveyard. Ela é simples, direta, e a divisão de capítulos contada por cada um dos personagens acaba amarrando e dando outros visuais da história. Traz uma fluidez na leitura, e te prende durante toda a trama.

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Para um livro de 500 páginas, consegui terminar tecnicamente rápido  (li em aproximadamente 2 semanas, considerando poucas horas de leitura por dia).

A Prisão do Rei se trata de um livro estratégico para a série, pois é o volume onde as batalhas épicas acontecem, alianças políticas são criadas para logo na sequência serem destruídas, traições e amizades inesperadas acontecem… fora o romance.

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O desfecho do livro da um boom enorme na história, já que se trata de algo que você não espera – e juro que me lembrou muito as histórias de Tio George Martin! hahaha
Não foi decepcionante, mas sim revigorante, e te deixa com uma vontade imensa de ler a continuação.

Mare Barrow não se trata apenas da garota elétrica, ela é só a ponta do iceberg.
Alô pessoas, qual o real motivo de não transformarem essa série em filme?

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“O peso esmagador do silêncio pende pesado como sempre. Por um momento, é difícil demais respirar e me pergunto se é assim que morro. Afogada nessa cama de seda, queimada pela obsessão de um rei, sufocada pelo ar livre.”

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A Rainha Vermelha
A Espada de Vidro
Coroa Cruel
A Prisão do Rei

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