[NOVO] DudsPlay e análise de Days Gone!

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E ai pessoal, como estão?

Deixa eu me apresentar primeiro!
Sou o Dudu Falque – vulgo DudsPlay – e vou começar a trazer algumas reviews de jogos para vocês. Eu e a Lu já havíamos conversando há muito tempo sobre isso e finalmente dei as caras por aqui! hahahaha
Pretendo trazer tanto jogos Triple A (jogos que tem um grande investimento de empresas gigantes) tanto quanto jogos Indies (Jogos de empresas independentes). Quero trazer o máximo de jogos diferentes para vocês, para que todos saiam da caixinha e descubram que existem muitos jogos no background desse mundo de games, mas que são incrivelmente bons!
Hoje não será o caso de um jogo pouco conhecido, mas sim de um jogo que foi levemente injustiçado por ter saído com um monte de bugs – mas que hoje foram corrigidos – e quero muito falar sobre ele:
Days Gone!

Days Gone é um jogo de ação e aventura em terceira pessoa, mundo aberto, com uma pitada de sobrevivência, exclusivo de Playstation 4, publicado pela SIE Bend Studios -mesmo estúdio que fez um clássico de Playstation 1 chamado Syphon Filter, e esse estúdio é de propriedade da Sony, lançado em 26 de abril de 2019.

Quando ele foi anunciado na E3 de 2016, lembro do trailer que já me ganhou.
Vou deixar aqui para que todas possam sentir o hype! =)

Se eu fosse resumir (mas resumir muito mesmo) diria que esse jogo é um casamento de The Walking Dead com Sons of Anarchy. Trabalhei no lançamento deste título, e foi exatamente inspirado nessas duas obras que John Garvin (diretor criativo) e Jeff Ross (diretor do jogo) desenvolveram o game.
Por mais que estejamos passando por um momento muito complicado no mundo – por conta de um vírus – eu sempre gostei de filmes, séries e jogos que falam sobre pandemias, extinção humana, e um mundo pós-apocalíptico.

Duas coisas me chamaram MUITO a atenção em Days Gone: enredo e trilha sonora.

O jogo se passa 2 anos após uma pandemia (ora ora) acontecer e mais de 2BI de pessoas morrerem, transformando algumas pessoas em “Freakers” – que são infectados e se alimentam de humanos e animais.
O mundo basicamente acabou, não tem internet, não tem comunicação de rádio, não tem nada. Apenas alguns acampamentos espalhados lutando pela sobrevivência.

Nós controlamos Deacon St. John, um caçador de recompensas que luta para sobreviver ao lado de seu grande amigo Boozer, morando fora desses acampamentos.
Cara, assim, Deacon é um personagem BEM difícil de se lidar. Ele é folgado, ele é grosso e meio que justifica essa personalidade dele com o fato de ter perdido tudo o que tinha. Achei ele meio irritante no começo, mas depois fui me acostumando e ele foi melhorando. Deacon fazia parte de uma gangue de motoqueiros antes de tudo acontecer. Mas a maior perda para Deek (apelido dele) foi ter perdido sua esposa Sarah, que ele deixou partir em um helicóptero com um grupo de resgate, e ficou para ajudar seu amigo Booze – já que havia espaço só para mais dois no helicóptero.
Deek decidiu deixar Sarah ir sozinha e prometeu se encontrar com ela no acampamento para onde ela foi levada, mas chegando lá, viu que o acampamento tinha sido completamente destruído e todos os corpos queimados.
A vida dele nunca mais foi a mesma.

A história em si é bem contada e muito bem feita. Alguns personagens poderiam ter sido mais aproveitados – não é nada que vai estragar o enredo, mas poderia ser melhor desenvolvido.
Vamos conhecendo outros acampamentos, outros personagens importantes e também começamos a entender como que esse vírus se espalhou, o que é exatamente esse vírus e de onde ele surgiu. A história te prende e faz você querer jogar para entender melhor. No começo do jogo, talvez não empolgue TANTO, mas com o tempo passando, alguns acontecimentos nos faz ter vontade de jogar para saber o que está acontecendo de verdade, e qual o final dessa história.

Por ser de mundo aberto, podemos fazer diversas missões para evoluir o nosso personagem, ganhar dinheiro para comprar novas armas e equipamentos para a nossa moto.
SIM!
Nós podemos evoluir a nossa moto, seja da pintura, até equipamentos – como nitro por exemplo.
Esses itens só serão liberados de acordo com o nível de confiança que temos nos acampamentos. Para aumentar a confiança, temos que fazer missões para os acampamentos, caçar alguns Freakers por ai, caçar animais e entregar na cidade para ganhar recompensas.
Temos uma “árvore de evolução” que podemos distribuir pontos em melhorias para as armas, resistência entre outras coisas. Podemos encontrar algumas “injeções” para aumentar nossa saúde ou nossa energia – que é gasta enquanto corremos, que por sinal….corremos MUITO e o motivo principal eu te conto agora!

Creio que o ponto forte na jogabilidade de Days Gone é o encontro de hordas… que meu amigo, é INSANO! Vou deixar um vídeo aqui da demo apresentada na E3 de 2016:

Gente, são mais de 200 bichos atrás do personagem!
E temos que encontrar formas diferentes de mata-los.
Podemos atirar em todos, jogar granadas, fazer armadilhas, explodir barris, derrubar troncos, usar o cenário SEMPRE ao nosso favor. Era desesperador e ao mesmo tempo MUITO mas MUUUUITO divertido.
Quando vencia uma horda, era basicamente uma sensação de alívio e era MUITO gratificante! hahahaha

Contando um pouco sobre os bugs..
Quando ele foi lançado, ele foi massacrado por conta da quantidade de bugs que encontraram no jogo.
Eu joguei BEM depois, e terminei recentemente, e encontrei dois bugs só!
Um deles, é que eu sai de um túnel dirigindo e o outro lado tinha desaparecido, não carregava o mapa, ai eu caia no infinito e morria! Hahahahahaha
O outro bug eu apertei start, e travou. Fechei o jogo e voltou ao normal. Muita gente abandonou o jogo por conta disso, hoje, esse bugs sumiram, podem ficar tranquilos!

A ambientação do jogo é bem bonita. Vamos para lugares onde trens foram abandonados, túneis lotados de carros, corpos no chão, carros destruídos, florestas, montanhas rochosas, montanhas com neve e por ai vai.
O mundo acabou bicho, e os lugares mostram exatamente isso!

Os gráficos são ótimos, bem bonitos e detalhados.
Principalmente com o uniforme que St. John usa. Achei animal os detalhes das roupas cheias de sangue, com cortes e tal.
Não tive problemas de quebra de FPS e o jogo rodou super bem. Ponto positivo!

A trilha sonora é SACANAGEM!
Os gritos dos bichos, as músicas de combate, as músicas dos acampamentos, o barulho da moto, tudo funciona muito bem.
A dublagem, ficou bem legal, se você jogar em português, não vai se arrepender. Localizaram muito bem!
Tem uma parte que andamos de moto com o Boozer e a música que tocou casou exatamente com o ambiente e com o que tava acontecendo ali no momento.
Joguei com o fone para me ambientar e fiquei encantando, sem brincadeira!
Por sinal, a trilha sonora original está disponível no Spotify, você pode conhece-la clicando aqui.
Destaque para Soldier’s Eyes de Jack Savoretti que toca na parte que eu mencionei. ABSURDO!

No geral, eu gostei MUITO de Days Gone.
Não vou dizer que foi uma experiência inesquecível, mas foi uma experiência excelente.
Terminei o jogo com um sorriso no rosto, me divertindo muito fazendo as missões secundárias que dão um aprofundamento na história que já é bem legal.
Fiz 100%, platinei e é bem tranquilo fazer a platina.
Jogos de mundo aberto me fazem querer ir atrás das missões secundárias, e Days Gone ajuda com o ótimo ritmo que tem. Fiz tudo em mais ou menos 70 horas e se você quer terminar sem fazer tudo, deve chegar em 20 horas mais ou menos.
O final do jogo é muito bom e o final secreto é de EXPLODIR A CABEÇA.
Tentem buscar que vocês não irão se arrepender!

Espero que tenham gostado e que eu tenha passado o hype que eu tive com Days Gone!
Até a próxima!

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