DUDSPLAY E ANÁLISE DE: KATANA ZERO!

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E ai pessoal, como estão?
Aqui quem fala é o Dudu!

E eu tenho um carinho enorme por jogos da era de 16 bits, sempre amei jogar jogos antigos. Mega Drive, Super Nintendo, Nintendinho, Master System, Game Boy e por aí vai! Jogo até hoje jogos dessa época e sempre me divirto pois são experiências diferentes do que tive de quando eu era mais novo.
De um tempo pra cá, algumas empresas indies começaram a lançar jogos nesse estilo “pixelizados” e muitos me chamaram a atenção e irei comentá-los por aqui.
Mas hoje, quero falar de um que terminei recentemente e merece muita a atenção de todos.
Katana Zero.

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Desenvolvida pela Askiisoft e com parceria com a INCRÍVEL Devolver Digital, Katana Zero foi lançado em 18 de abril de 2019, sendo que a primeira data anunciada era em 2016!
Devolver deu aquela ajuda e juntos, lançaram esse jogão para PC e Nintendo Switch. Eu joguei diretamente no Nintendo Switch e meus amigos… que jogo!
O estilo dele é ação FRENÉTICA, posso dizer que é um pouco estratégico também.

A primeira vez que eu vi, foi em uma stream de um grupo chamado GamesDonesQuick. Por sinal, GamesDonesQuick para quem não sabe, é uma maratona de “SpeedRuners” (jogadores que tentam bater o recorde de terminar o jogo no menor tempo possível) que arrecadam dinheiro para instituições carentes.
A deste ano, foi adiada por conta do Covid-19 e será do dia 16 a 23 de Agosto.
Enfim, nesse evento mostraram o trailer do Katana Zero e eu achei ANIMAL!
Vou postar um aqui do anúncio dele pro Nintendo Switch, se liguem:

Frenético né? Vamos falar um pouco sobre ele.

Talvez seja um pouco estranho falar dele, porque é diferente de quase tudo que vi sobre videogames.
A jogabilidade é exatamente essa que vocês viram nos trailers. Você é uma espécie de samurai, em um mundo meio futurista, no qual nosso objetivo é assassinar os alvos que o nosso chefe e TERAPEUTA (?) pede para executar.
Sim, vocês leram bem, terapeuta!
O por quê disso? Jogando que você descobre.

A gameplay é simples e complicada ao mesmo tempo. Confuso né? hehe

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Antes de entrar na fase, nosso terapeuta faz uma entrevista conosco, fazendo algumas perguntas e depois, nos entrega um dossiê com informações sobre o alvo que temos que eliminar. Porém, quando entramos na fase, ele pede para eliminarmos todas as testemunhas OU passar a fase sem matar ninguém. Mas, você pode fazer o que você quiser! Você pode matar todo mundo, ou pode deixar todo mundo vivo. Você escolhe, e suas escolhas tem consequências. Cuidado!
E a parada é o seguinte… Com uma espadada você mata, mas com um ataque você morre também! Os inimigos variam de espadachins a soldados fortemente armados…
Não tem vida, não tem regeneração de saúde, nem nada. É matar ou morrer, colega.
Por isso que o jogo é frenético, simples e complicado… tudo ao mesmo tempo sabe? hahaha

Existem várias formas de matar durante o jogo, podemos encontrar diversas armas no cenário para arremessar e te ajudar a eliminar a todos, das mais variadas formas.

Uma coisa MUITO legal na jogabilidade que temos um “poder” de desacelerar o tempo, fazendo com que o nosso samurai seja “diferente”, que é fruto de uma droga que o nosso terapeuta nos injeta. Logo menos, você começa a desconfiar do que está acontecendo e isso que me fez prender no jogo. Ele ta realmente me ajudando? Me manipulando? Por que eu estou fazendo isso? Por que eu tenho que matar esses alvos em específico?

As fases são curtas, e variam muito. Desde prédios, depósitos, estradas, casas noturnas, então é bem legal e não é enjoativo. O jogo é curto também, cerca de 4-6 Horas para finalizar. Tempo ideal na minha opinião.
Na verdade, dá para terminar BEM mais rápido, mas aí você teria que pular a parte do que eu vou falar agora que são os DIÁLOGOS.

Sério, os diálogos desse jogo são INCRÍVEIS!
Quando qualquer diálogo se inicia, você pode cortar o que a pessoa está falando, você pode ouvir com paciência, você pode esperar para escolher a melhor resposta para aquele momento. Dependendo de suas respostas, alguns detalhes mudam durante o jogo. No PC por exemplo, você ganha algumas conquistas que talvez não ganharia se escolhesse tal resposta.
É irado. Riquíssimo!

Outra coisa que eu amei foi a trilha sonora!
Antes de “começar” a fase, o nosso samurai liga seu “Spotify” e põe umas músicas bem legais, gostosas de ouvir, que combinam com a situação.
Vou colocar aqui o link do Spotify da trilha sonora do jogo e das músicas que tocam no tocador de música dele. Espero que curtam tanto quanto eu curti.

Sobre o enredo… ele evolui muito com o decorrer do jogo, com várias reviravoltas e mistérios. Eu gostei muito, muito mesmo, de como ela se desenrola e você fica curioso em saber o que está realmente acontecendo.

Pessoal, no geral, Katana Zero se tornou um dos indies mais divertidos que eu joguei. Jogo curto, durou o que tinha que durar para não “passar do ponto”.
Tempo ideal, diversão garantida, gameplay frenética, trilha muito boa, visualmente lindo e com uma bela história.
Fiquei satisfeito com tudo o que presenciei e não mudaria exatamente nada nele. Um ótimo final e não quero falar mais sobre para não dar spoilers, mas o final…. é tenso!

A resenha foi mais curta, até porque não é um jogo complexo, mas foi de coração.
Espero que tenham gostado, não esqueçam de deixar seus comentários e até a próxima!

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Obrigada por ler! =]

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