Resenha: Uma Bolota Molenga e Feliz – Sarah Andersen

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Em Uma Bolota Molenga e Feliz, Sarah Andersen (minha autora amada do coração) volta para nos trazer mais alegria e registrar momentos incríveis da nossa geração!
Digo nossa, porque né.. geração Y / Millennials.. tá tudo em casa! rs

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Neste segundo volume lançado no Brasil através da editora Seguinte, Sarah dedica as tirinhas para aqueles que não economizam dinheiro na livraria, aqueles que são especialistas em roubar blusão alheio, e que não sabem se comportar em situações sociais.

Encontramos a análise e opinião de Sarah sobre a pressão de socialização, um tema bem interessante e que merece um holofote para discussões. Já que os introvertidos não falam muito a respeito, ela achou uma forma simples e direta de se expressar sobre a situação.

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As tirinhas são divertidas, reflexivas, e cheias de verdades que não percebemos, ou preferimos ocultar das nossas vistas. Andersen também faz questão de abordar assuntos que evitamos ou ignoramos – como a boa e velha procrastinação.

A ideia é registrar o início da vida adulta de uma forma realista, porém, analisando sempre o lado cômico e até bom das situações.
Ela mostra como você pode perder sua motivação em um piscar de olhos, e como seu pensamento sobre os peludos também pode mudar facilmente, já que eles são encantadores e donos do nosso corpinho.

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“Uma Bolota Molenga e Feliz” se trata de um livro rápido, assim como seu antecessor “Ninguém Vira Adulto de Verdade” (que eu já falei aqui no blog, e você pode ler a resenha clicando aqui).
Neste volume você ri, solta umas gargalhadas durante as horas de leitura, e acaba saindo muito feliz no fim, com a sensação de ter vivido uma boa parte das situações mencionadas nos quadrinhos (principalmente se for mulher).

A leitura também se torna relevante pelo fato de não conter apenas tirinhas, e não ser um repeteco de “Ninguém Vira Adulto de Verdade”, é muito legal como ela conta suas experiências e histórias, e você acaba desenvolvendo uma grande empatia pela autora durante a leitura.

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Com os livros de Sarah Andersen você não precisa ler todos na sequência de lançamento. Eu acabei lendo por ser fã e acompanhar todas as publicações internacionais e nacionais dela.

Se você quiser começar já pelo terceiro volume (em breve resenha por aqui) “A Louca Dos Gatos”, não terá problemas, pois não se trata exatamente de uma continuação.
Por ter seguido a ordem, eu consegui analisar um leve desenvolvimento das histórias entre si, mas nada que seja obrigatório de ler na sequência.

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Sem dúvida, “Uma Bolota Molenga e Feliz” trata de assuntos relevantes, com temática feminina, toques de empatia, bichíneos, e leveza.
A segunda edição da série não fica atrás no sentido capricho, pois assim como o primeiro volume tem uma capa dura, com cores chamativas, belo acabamento e revisão 100%.
Se trata do tipo de livro que você vai ler diversas vezes, vai deixar por um tempo na cabeceira da cama, vai indicar para as / os amigas / os, ou simplesmente vai ficar paquerando durante aquela passada de olhos pela estante.

Acredito que a compra da edição física seja uma boa, por ser um livro não só com o conteúdo incrível, mas também com um visual lindo, e que pode virar decoração e até um belo presente para alguém que precisa de um pouco de cor na vida, rs.

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Resenhada: A Rebelde do Deserto – Alwyn Hamilton

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Que não é fácil ser mulher no mundo é fato, mas A Rebelde Do Deserto vai te mostrar que ser mulher em Miraji é insanidade.

Amani Al’Hiza é uma menina pobre e órfã do deserto de Miraji, uma garota de dezesseis anos, atiradora talentosa, que não consegue escapar da Vila da Poeira sozinha. Uma cidadezinha no último condado que lhe oferece um futuro com casamento arranjado e uma vida submissa junto ao seu novo “dono”. Para ela, ir embora deixou de ser um desejo e se tornou propósito de vida.

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Após a morte de seu padrasto e sua mãe, Amani foi morar com seu tio desprezível,  suas mulheres, e as diversas filhas, tudo para não ter um fim como de seus pais. Após a morte de sua mãe, ela sonhava acordada com Izman, a capital onde poderia encontrar sua tia e tentar ter uma vida diferente do que aquela que tinha na Vila da Poeira.
Para isso, Amani precisaria de dinheiro, e já que tinha uma boa mira, decidiu se vestir de menino e ir para a cidade vizinha na calada da noite para participar de um concurso de tiro.
O que Amani não sabia é que lá conheceria Jin, um forasteiro procurado pelo Exército do Sultão, acusado de ser um traidor. Com isso, ela acaba também se tornando um alvo em movimento, já que consegue deixar sua cidade para descobrir o deserto e seus mistérios junto ao forasteiro Jin.

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A Rebelde do Deserto se trata de um livro que inicialmente me chamou a atenção pela capa – não nego! rs
Quando comprei achei que a história tinha grandes chances de ser fraca e eu cai literalmente do cavalo, já que ela foi crescendo e agora estou órfã de leitura, querendo o próximo volume!
A personagem é totalmente decidida, que luta pela igualdade, pela sua liberdade, e seus ideais. É o tipo de leitura que me chama a atenção, e não havia colocado fé alguma na leitura até descobrir como Amani poderia ser “badass” no decorrer da história.

No começo achei o livro um pouco travado, confuso, já que haviam várias cidades com nomes estranhos, os personagens também possuem nomes estranhos e alguns são parecidos. Fiquei confusa e até um pouco broxada – até a parte que o seres místicos começaram a aparecer. Da metade para o final do livro é um pulo, já que ele te prende e tudo o que poderia ser inimaginável acontece assim em 3, 2, 1.

Achei incrível o fato de diversos personagens masculinos levantarem a bandeira da igualdade de gêneros no livro. Ainda mais um deles sendo do alto escalão e sendo uma pessoa que pode fazer diferença na história não só da personagem, mas sim de todas as personagem femininas da trama.

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Não havia lido nada da Alwyn Hamilton, mas fiquei muito contente com a primeira leitura. Realmente satisfeita com a escrita fluída, com a riqueza de detalhes, a mensagem sútil, porém direta que foi escrita. A Rebelde do Deserto foi sua estréia como autora, e o título foi indicado como Melhor Estréia de Autor no GoodReads Choice Awards.
E apesar da autora ser um fenômeno, fui rabuda o suficiente para comprar meu exemplar durante a Bienal do ano passado (não tenho certeza, mas acho que foi 2018), e junto com ele ter um poster com uma ilustração da Amani e autografado pela autora. Vou deixar umas fotinhos para recordação dessa surpresinha! ❤

No geral a tradução e revisão do texto foi bem feita, prezando sempre os detalhes e os nomes reais dados pela autora. Não encontrei erros gramaticais ou qualquer coisa desconfortável durante a leitura. Se trata de uma leitura leve, e a diagramação faz com que o andamento seja mais instintivo ainda. Sou suspeita para falar, mas normalmente as revisões da Editora Seguinte são 10 / 10 rainha sem defeitos né?
*Alou Seguinte, patrocina a genteney!*

O desfecho do livro é bem surpreendente, cheio de aventura, descobertas, e não é nada premeditado. Gostei muito pois todas as ideias que eu tinha de final, e toda a visão que eu tinha da história caiu por terra. Foi uma surpresa muito boa, e realmente me deixou com muita vontade de conhecer mais as histórias de Amani, Jin, e os djinnis.

“O deserto faz parte de mim”

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Resenha: Um Mais Um – Jojo Moyes

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Esse é um livro que eu li já faz mais de 2 anos e eu ainda não tive a vergonha na cara de resenhá-lo, mas parando agora, pegando-o na mão e sentindo a leveza da escrita de Jojo Moyes novamente, me deu vontade de contar um pouquinho sobre a história de Jess Thomas e Ed Nicholls.

Como muitos sabem, eu sou suspeita máxima para falar sobre Jojo Moyes, sou superfã, e claramente esta mulher nasceu para nos fazer sofrer e refletir sobre os momentos complicados e tensos da vida.
Partindo desse princípio, podemos imaginar que “Um Mais Um” se trata de um livro triste, mas é bem o contrário. Se trata de um livro fofo, que relata muitos momentos complicados em que nos metemos em grandes problemas mesmo tentando fazer a coisa certa.
E também sobre como o destino é engraçado, e sempre acaba trazendo pessoas e situações incríveis em momentos que você não vê mais luz no fim do túnel.

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Para quem não sabe, “Um Mais Um” recebeu em 2014 uma indicação ao prêmio “Goodreads Choice Awards” de Melhor Ficção, mas acabou perdendo para “Ligações” de Rainbow Rowell (que ainda está na minha pilha da vergonha de livros incríveis não lidos).

Por ser um livro leve, contado em terceira pessoa, com uma escrita simples, e que não possui os sofrimentos habituais da escrita de Jojo Moyes, acredito ser uma ótima oportunidade de conhecer a autora e se deixar levar pela mente criativa dessa mulher incrível!
A capa segue a mesma linha de todas as outras da autora, uma pegada minimalista, porém superfofa e bem cuidada. A diagramação e revisão do livro é bem feita, e quem é leitor assíduo (assim como eu) consegue ler o livro em dois dias – ele possui por volta de 320 páginas.

A trama conta a história de Jess Thomas, uma dona de casa que rala muito para poder sustentar a filha Tanzie e o enteado Nicky – que ficou morando com ela após o chá de sumiço de seu ex-marido.
Tanzie é uma garotinha gênio da matemática, que recebeu uma oportunidade de estudar em uma escola particular através de bolsa de estudos. Nicky é um adolescente gótico meio nublado, que sofre bullying na escola (nível hard), e é viciado em videogames e maquiagem.
Nessa história temos também Ed Nicholls, um milionário do ramo tecnológico que está com a vida aos poucos desmoronando após uma denúncia de práticas ilegais dentro da sua empresa. Além das acusações de ter vazado informações privilegiadas, Ed também esta querendo sumir do mapa para fugir de sua ex-mulher e de sua irmã, que vive cobrando atenção na agenda do milionário para uma visita ao pai.

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“Um Mais Um” começa contando a história de Ed e Jess quando se conhecem. Jess tem uma repulsa absurda pelo tipinho de Ed: milionários. Mas após ele ter se embebedado no pub onde ela trabalha e não conseguir voltar para casa, ela acaba sentindo um pouco de dó e ajudando Ed a voltar em segurança.
Tanzie acabou de receber uma bolsa de estudos em uma escola particular, mas Jess não tem condições de pagar o restante da mensalidade, já que a bolsa não seria integral. Sua única esperança é que a menina vença as Olimpíadas de Matemática (na Escócia!) para conseguir o valor e pagar a diferença da bolsa.
Em um ato de agradecimento e generosidade pelos cuidados de Jess no pub, Ed percebe que Jess está passando por uma situação delicada junto com as crianças (pois ela não tem um carro em condições de fazer a viagem de onde moram até a Escócia) e topa ajuda-la com uma carona até o outro país.

Após enjoos, comidas ruins, engarrafamentos, cenas fortes e risadas no desenrolar da história, o final não é desesperador igual ao “Como Eu Era Antes de Você” – que, aliás, você pode ler a resenha clicando aqui – é uma leitura leve que, confesso, no começo não me deixou muito interessada porque de sofrida já basta a minha vida, hahaha. Mas depois me veio uma sensação de frescor, um olhar diferenciado para os detalhes da vida, e um pensamento de que não importa pelo que estamos passando, as coisas sempre vão melhorar! A vida é assim, é cheia de altos e baixos e essa leitura realmente exemplifica o quanto isso é verdade.

Por ser um livro contado em terceira pessoa, poderia facilmente ter se tornado um clichê contando a história de um homem rico e uma empregada que se apaixonam e pronto. Mas Jojo Moyes teve o poder de falar sobre isso e não ser clichê. Ela trouxe a perspectiva real dos personagens, mesmo quando conta a história por outro ponto de vista.
Toda o drama da história é desenvolvido a partir do início da viagem para ir até as Olimpíadas, e o final seria o resultado de toda a viagem com Jess, Ed, Tanzie, Nicky e o doguinho Norman.

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“Um Mais Um” não se trata de um livro impecável e que é impossível deixar de ler, mas sim de um livro que tem uma bela mensagem e que te inspira a ser uma pessoa melhor.

“Venho martelando na cabeça das crianças por todos esses anos que, se nos preocuparmos com os outros e fizermos o que é certo, tudo ficará bem. Não roubar. Não mentir. Fazer o que é certo. De alguma maneira, o universo vai nos ajudar. Bem, tudo isso é mentira, não é? Ninguém mais pensa assim.”

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Resenhada: A Sereia – Kiera Cass

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Estava eu plena atrás de algum livro leve, que não fosse denso em escrita, não falasse de assuntos cabulosos, e que tivesse um romance pra dar uma esquentada no coração (já que a vida não ta lá muito boa no setor, seguimos com a ficção fazendo seu papel, rs).
Pensei também que talvez seria interessante dar uma lida em alguma coisa que falasse de Sereias, e lembrei que em alguma Black Friday da vida eu havia comprado “A Sereia” da Kiera Cass (mesma autora de “A Seleção”). Pensei com os meus botões “why not?”.

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Para quem não conhece, Kiera Cass é uma autora Americana que ficou conhecida pela série de “A Seleção”. Particularmente nunca senti atração em ler esta série, mas confesso que seu primeiro título publicado me chamou a atenção não só pela capa (que apesar de simples e clichê, é bem bonita), também me chamou muito a atenção pelo título. Quem me conhece sabe, sou total filha de Poseidon, e tudo que tem relação ou referências ao mar sempre me chama mega a atenção!
Kiera começou a escrever após uma tragédia na cidade em que morava, e por volta de 2009 lançou a história de “A Sereia”. Ela tem um canal no youtube onde faz interação com seus fãs, fala sobre o cotidiano, e sobre seus livros.

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O livro conta a história de Kahlen, uma sereia que foi transformada por volta do século 30 e está presa em um tratado: 100 anos de devoção à Água.
Kahlen foi escolhida pela Água durante um ataque de suas “irmãs sereias” ao navio que estava com sua família, e que resultou em seu naufrágio.
Após este acontecimento a personagem se torna extremamente dedicada a sua causa, e a manter suas irmãs na linha, para que ninguém descubra o segredo das sereias.
Kahlen pouco se lembra de sua vida passada e de sua família biológica. Após 80 anos de devoção à Água ela sente como se fosse sua mãe, e as outras sereias suas irmãs.

Infelizmente Kahlen não sabe lidar com o fato de ser uma sereia e ter que ceifar vidas inocentes. Como em qualquer história de sereias, elas precisam matar humanos com suas vozes. Mas nesta história seria por um bem maior: para alimentar A Água.

A personagem de Kahlen claramente foi construída como a personagem de Bella em Crepúsculo: sem sal, e só dor – até encontrar o grande amor de sua vida.
Confesso que tenho um pouco de ódiozinho de histórias que gostam de vitimizar os personagens principais, e fazem disso um gancho para a história. Isso me decepcionou muito dentro da narrativa, e Kiera Cass pecou em judiar da personagem desse jeito.

Como Kahlen não sabe lidar com seus sentimentos e com o peso de seus atos, ela sempre esta lendo, procurando informações sobre sua espécie, ou coletando informações das pessoas que matou. Ela passa muito tempo em uma biblioteca próxima de sua residência, onde acaba conhecendo Akinli.
Diferente de outras pessoas que se aproximam de Kahlen e suas irmãs (por conta de sua beleza e mistério), Akinli tenta uma aproximação por curiosidade e real interesse na personagem principal.

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A Sereia representa uma decepção considerável em minhas leituras atuais. Esperava muito mais da história, por mais breve que fosse.
Esperava mais fundo para as irmãs de Kahlen, como Padma teve, falando e dando destaque sobre a misoginia que sofria e também sobre a cultura dela. Esperava mais profundidade para a história da própria Kahlen, que falava sempre como sofria horrores com as mortes que causava, mas nunca detalhava nada para te chocar tanto quanto ela se sentia chocada. Parece que faltou emoção nas histórias contadas.
Senti falta de um desfecho com detalhes e emoção. Fiquei tão brava com o final dessa história, que quando terminei fui dividir minha indignação com amigos leitores! Eu esperava muito mais detalhes, e com certeza se Kiera tivesse pensado com um pouco mais de carinho no background da narrativa, seria possível uma continuação da história. Com certeza Kiera não precisaria nem falar sobre Kahlen na continuação, mas sobre a história da Água (que no final poderia ser um personagem incrivelmente interessante), e também o desfecho de suas irmãs. Renderia uma baita série!

Vejo como uma estréia de potencial, mas não vejo uma vontade de realmente contar história por parte da autora. Deixou vários pontos desconexos e o final foi bem previsível.
A história ainda consegue te prender mesmo sendo rasa. A leitura é simples, sem complexidade, e se você for devorador de livros assim como eu, consegue terminar o livro bem rápido (levei 1 semana por conta do trabalho e da vida social, rs). O livro tem 328 páginas com folhas amareladas e um acabamento de bom gosto.

Para a finalidade de uma leitura leve e sem complexidade, foi 100% de aproveitamento. Me deixou decepcionada, porém, curiosa para quem sabe uma continuação. Tenho que dar um leve desconto por ser o primeiro livro publicado da autora, mas confesso que não me deu o start para ler “A Seleção” daqui um tempo.

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