Resenha: Um Mais Um – Jojo Moyes

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Esse é um livro que eu li já faz mais de 2 anos e eu ainda não tive a vergonha na cara de resenhá-lo, mas parando agora, pegando-o na mão e sentindo a leveza da escrita de Jojo Moyes novamente, me deu vontade de contar um pouquinho sobre a história de Jess Thomas e Ed Nicholls.

Como muitos sabem, eu sou suspeita máxima para falar sobre Jojo Moyes, sou superfã, e claramente esta mulher nasceu para nos fazer sofrer e refletir sobre os momentos complicados e tensos da vida.
Partindo desse princípio, podemos imaginar que “Um Mais Um” se trata de um livro triste, mas é bem o contrário. Se trata de um livro fofo, que relata muitos momentos complicados em que nos metemos em grandes problemas mesmo tentando fazer a coisa certa.
E também sobre como o destino é engraçado, e sempre acaba trazendo pessoas e situações incríveis em momentos que você não vê mais luz no fim do túnel.

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Para quem não sabe, “Um Mais Um” recebeu em 2014 uma indicação ao prêmio “Goodreads Choice Awards” de Melhor Ficção, mas acabou perdendo para “Ligações” de Rainbow Rowell (que ainda está na minha pilha da vergonha de livros incríveis não lidos).

Por ser um livro leve, contado em terceira pessoa, com uma escrita simples, e que não possui os sofrimentos habituais da escrita de Jojo Moyes, acredito ser uma ótima oportunidade de conhecer a autora e se deixar levar pela mente criativa dessa mulher incrível!
A capa segue a mesma linha de todas as outras da autora, uma pegada minimalista, porém superfofa e bem cuidada. A diagramação e revisão do livro é bem feita, e quem é leitor assíduo (assim como eu) consegue ler o livro em dois dias – ele possui por volta de 320 páginas.

A trama conta a história de Jess Thomas, uma dona de casa que rala muito para poder sustentar a filha Tanzie e o enteado Nicky – que ficou morando com ela após o chá de sumiço de seu ex-marido.
Tanzie é uma garotinha gênio da matemática, que recebeu uma oportunidade de estudar em uma escola particular através de bolsa de estudos. Nicky é um adolescente gótico meio nublado, que sofre bullying na escola (nível hard), e é viciado em videogames e maquiagem.
Nessa história temos também Ed Nicholls, um milionário do ramo tecnológico que está com a vida aos poucos desmoronando após uma denúncia de práticas ilegais dentro da sua empresa. Além das acusações de ter vazado informações privilegiadas, Ed também esta querendo sumir do mapa para fugir de sua ex-mulher e de sua irmã, que vive cobrando atenção na agenda do milionário para uma visita ao pai.

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“Um Mais Um” começa contando a história de Ed e Jess quando se conhecem. Jess tem uma repulsa absurda pelo tipinho de Ed: milionários. Mas após ele ter se embebedado no pub onde ela trabalha e não conseguir voltar para casa, ela acaba sentindo um pouco de dó e ajudando Ed a voltar em segurança.
Tanzie acabou de receber uma bolsa de estudos em uma escola particular, mas Jess não tem condições de pagar o restante da mensalidade, já que a bolsa não seria integral. Sua única esperança é que a menina vença as Olimpíadas de Matemática (na Escócia!) para conseguir o valor e pagar a diferença da bolsa.
Em um ato de agradecimento e generosidade pelos cuidados de Jess no pub, Ed percebe que Jess está passando por uma situação delicada junto com as crianças (pois ela não tem um carro em condições de fazer a viagem de onde moram até a Escócia) e topa ajuda-la com uma carona até o outro país.

Após enjoos, comidas ruins, engarrafamentos, cenas fortes e risadas no desenrolar da história, o final não é desesperador igual ao “Como Eu Era Antes de Você” – que, aliás, você pode ler a resenha clicando aqui – é uma leitura leve que, confesso, no começo não me deixou muito interessada porque de sofrida já basta a minha vida, hahaha. Mas depois me veio uma sensação de frescor, um olhar diferenciado para os detalhes da vida, e um pensamento de que não importa pelo que estamos passando, as coisas sempre vão melhorar! A vida é assim, é cheia de altos e baixos e essa leitura realmente exemplifica o quanto isso é verdade.

Por ser um livro contado em terceira pessoa, poderia facilmente ter se tornado um clichê contando a história de um homem rico e uma empregada que se apaixonam e pronto. Mas Jojo Moyes teve o poder de falar sobre isso e não ser clichê. Ela trouxe a perspectiva real dos personagens, mesmo quando conta a história por outro ponto de vista.
Toda o drama da história é desenvolvido a partir do início da viagem para ir até as Olimpíadas, e o final seria o resultado de toda a viagem com Jess, Ed, Tanzie, Nicky e o doguinho Norman.

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“Um Mais Um” não se trata de um livro impecável e que é impossível deixar de ler, mas sim de um livro que tem uma bela mensagem e que te inspira a ser uma pessoa melhor.

“Venho martelando na cabeça das crianças por todos esses anos que, se nos preocuparmos com os outros e fizermos o que é certo, tudo ficará bem. Não roubar. Não mentir. Fazer o que é certo. De alguma maneira, o universo vai nos ajudar. Bem, tudo isso é mentira, não é? Ninguém mais pensa assim.”

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Só um pornô para vovós: Minha saga com 50 tons.

Dias atrás, entrei novamente em uma discussão sobre Cinquenta Tons de Cinza.
Tudo começou com alguém falando sobre o tema e que o título merecia ser chamado de “pornô para vovós”. Coisa que já ouvi de muita gente, e que sempre contesto assim que possível.
Encontrando a brecha para uma  contestação, expliquei meu ponto de vista sobre o assunto: Grey não é “doido” sem motivo.
Cinquenta Tons de Cinza, Mais Escuros e De Liberdade não abordam apenas o sadomasoquismo e o controle de um poderoso sobre uma menina sem malícia. A trilogia, sem dúvida, vai além disso e só entende a mensagem quem vai além da história, e busca uma reflexão diferenciada da análise mastigada da mídia.

A história aborda temas como prostituição, abandono infantil, adoção, e introdução ao sadomasoquismo. A predominância da história é o romance erótico, sem dúvida. Mas isso não deixa de lado as questões psicológicas no qual o Grey se envolve.
Para quem não sabe (ou não leu a história) Grey era filho de uma prostituta, ela era dependente química e vivia sofrendo agressões do cafetão na frente dele. Ele passava fome, apanhava (também do cafetão), e sofreu por boa parte de sua infância.
Desde que foi arrancado dos braços da mãe morta por overdose, ele ficou traumatizado e com isso passou a ter dificuldades para se comunicar. Ele voltou a falar só após a adoção da irmã mais nova que trouxe cor à casa da família.

Confesso que lendo a trilogia pela primeira vez achei que Christian era o típico cara maluco, que vivia chicoteando a Ana no ‘quarto vermelho da dor’. E cheguei até a pensar que mulheres que gostavam do livro eram loucas. But, WAIT! Não é bem assim..
Nós sentimos na pele o sacrifício de Grey apenas no primeiro livro que é escrito com sua visão. Muita coisa ficou clara para mim à partir do momento que comecei a ver as inseguranças dele e entender como a cabeça dele funcionava perto da Ana.
Ele NUNCA soube o que era o amor. Ele se assustou assim que sentiu aquilo. Esse é um dos motivos do conflito emocional dele durante todo o primeiro livro. Por isso o controle dele sobre a Ana.
A partir do momento que ele começa a entender o que sente, ele abre espaço para a coitada respirar e o livro vira realmente uma história de romance. Onde ele faz de tudo para defender sua garota dos perigos de sua vida luxuosa.

Óbvio, não tem como falar que o livro é uma obra-prima, e o melhor romance da vida. Nem de longe!  Só vejo Cinquenta Tons como uma história sofrendo com o tabu. Sadomasoquismo é uma palavra forte, que poucos entendem. Se você procura uma lição de como dar prazer à uma mulher e ao mesmo tempo dar umas bofetadas nela, acho bom começar por ele. Confesso que me animei com as idéias do Grey!
Ele induz você ao mundo da luxúria e dos pecados. E ao mesmo tempo se mostra um lobo solitário, à procura de algo que ele não sabe o que é. Até que da de cara com essa coisa em seu escritório, caindo aos seus pés. Por isso a mulherada curtiu tanto.

Esse é mais um desabafo sobre como me sinto quando escuto as pessoas falando mal de uma história que não é tão ruim assim. Se informe antes de opinar sobre o assunto. O buraco é bem mais embaixo e não se dê por convencido apenas por ler as páginas de sacanagem. Defendo sim a tese de que Cinquenta Tons de Cinza caiu na boca da mulherada pelo desejo reprimido dentro de quatro paredes. E talvez tenha caído no desgosto dos homens por simples insegurança e falta de informação.

E um recadinho para aqueles que assistiram apenas o filme: Ele não conta nem metade do que acontece no livro. Ele é a encenação das partes mais marcantes do livro. E foi feito único e exclusivamente para as (os) amantes da trilogia. Foi feito para realmente ilustrar os melhores momentos. E ao meu ver foi a melhor adaptação nesse sentido. A trilha sonora do filme é ABSOLUTAMENTE MARAVILHOSA e casou perfeitamente com o clima que a história proporciona.

Enquanto procuro por mais argumentos para um diálogo saudável quanto à este tema, você pode ler os livros, ver minha resenha de Grey clicando aqui, e vendo o filme né?
Se você já conhece a história, deixa um comentário! 🙂

xoxo;

Resenhada: A Sorte Do Agora – Matthew Quick

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“Bartholomew Neil tem quase 40 anos e está perdido.

Depois da morte de sua amada mãe, ele não faz ideia de como viver por conta própria, porém, sabe que está na hora de seguir em frente.
Mas como um homem que passou a vida grudado na barra da saia da mãe pode aprender a voar?
E o que Richard Gere, uma bela bibliotecária, um padre cheio de problemas e um rapaz sem modos podem ensinar a Bartholomew sobre amor e felicidade?
Seja lá o que for, será mais do que Bartholomew imagina.”

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Autor: Matthew Quick
Número de páginas:  
Editora: Intrínseca
Ano de publicação: 2015

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Vou deixar bem claro que essa obra do Matthew não tem nada a ver (e nem chega perto) das outras obras dele. Eu li “O Lado Bom Da Vida” e assisti ao filme. É uma história que me comoveu muito e me rendeu boas risadas.
“A Sorte Do Agora” tinha tudo para ser um livro ótimo, bem escrito se visto o histórico do autor e com personagens bem marcantes.
Mas o livro é um compilado de cartas que Bartholomew Neil manda para Richard Gere após a morte da mãe. A primeira vista até parece interessante, mas eu fiz uma leitura torturante desse livro.
Descobri da pior forma que esse tipo de formato não me encanta e que a leitura é extremamente densa e amarrada.

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Bartholomew começa a escrever as cartas para Richard Gere como um protesto de seu luto. Ele conta como foi o processo todo com a mãe dele que morreu para um “câncer em formato de lula em sua cabeça”. Ele está bem perdido, mas conta com a ajuda de Padre McNamee e Wendy que é sua “conselheira de luto”. Conforme os dias vão passando, ele começa a dar mais detalhes dos dias e dos acontecimentos. Ele conta sobre a mudança do conselheiro de luto e da nova amizade que fez por lá. Max, um rapaz bem peculiar que perdeu sua gata e está fazendo terapia de luto para superar a perda.
É um livro com grandes mensagens e chega a ser fofinho, a sacada das cartas pode cativar muitas pessoas. É um livro bem feito, com uma capa detalhada MA-RA-VI-LHO-SA que chama muito a atenção. Infelizmente não me cativou.
Se você procura uma história fofa, meio depre mas com happy ending e com bons ensinamentos, leia.

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Nota: 5/10

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Resenhada: Grey – E. L. James – Edição Especial

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“Christian Grey controla tudo e todos a seu redor: seu mundo é organizado, disciplinado e terrivelmente vazio – até o dia em que Anastasia Steele surge em seu escritório, uma armadilha de pernas torneadas e longos cabelos castanhos. 
Christian tenta esquecê-la, mas em vez disso acaba envolvido num turbilhão de emoções que não compreende e às quais não consegue resistir. Diferentemente de qualquer mulher que ele já conheceu, a tímida e quieta Ana parece enxergar através de Christian – além do empresário extremamente bem-sucedido, de estilo de vida sofisticado, até o homem de coração frio e ferido.
Será que, com Ana, Christian conseguirá dissipar os horrores de sua infância que o assombram todas as noites? Ou seus desejos sexuais obscuros, sua compulsão por controle e a profunda aversão que sente por si mesmo vão afastar a garota e destruir a frágil esperança que ela lhe oferece?”

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Autor: E. L. James
Número de páginas:  524
Editora: Intrínseca
Ano de publicação: 2015

Quem me conhece sabe que tive um pré-conceito absurdo com Cinquenta Tons e que paguei minha língua após ler todos os livros.
Sempre achei que a trilogia pecava nos fatores romance e história, mas fui idiota em tirar essa conclusão apenas com a leitura de trechos do livro (e olha que raramente cometo erros quando o assunto é história e romance).
Quando conheci melhor Christian e Ana e entendi o que definitivamente acontece na relação deles e o quanto Christian precisava de ajuda foi que eu me apaixonei por eles.
Com Grey, tudo ficou muito mais nítido e eu fiquei muito mais por dentro da cabeça desse personagem enigmático e sedutor.

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O livro é narrado pela perspectiva de Christian, então você fica a par de todas as gracinhas que ele bola para Ana durante a história do primeiro livro. Você entende melhor como que funciona a cabeça dele, a infância problemática fica bem mais evidente e menos nublada.
Confesso que achei a versão dele muito mais encantadora. Ele não conhecia esse sentimento chamado amor, ele só conhecia relações combinadas e extremamente sexuais. É gostoso ver um sentimento novo estampado na cara de uma pessoa séria e problemática como Christian.

Quando ele se depara com uma garota que desperta desejos diferentes nele e ainda espanta seus demônios ele encara isso como um problema, pois nunca se abriu para ninguém além do Dr. Flynn (seu psicólogo). Ninguém nunca soube direito aquilo que aconteceu na infância dele (e na adolescência com a Mr. Robinson).
O livro tem como foco mostrar todos os danos psicológicos de Christian decorrentes de sua infância. Sem contar que você descobre tudo o que se passa na cabeça dele quando ele é entrevistado pela Ana pela primeira vez.

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Em Grey você descobre que Ana demonstra uma versão bem romantizada da história, quando Christian tem uma versão totalmente diferente. Sendo o principal fator dele ter corrido tanto atrás dela a atração sexual que ele sentia. Ele é ciumento, obsessivo e completamente controlador e faz o possível para não mostrar isso tudo para a Ana. Seria muito para ela entender.

E acredito que o que me deixou mais chocada nesse livro foi a história da Mr. Robinson com ele na adolescência. As coisas que ele deixava ela fazer. A forma como ele se atraiu por ela e realmente acatava todas suas ordens como um bom submisso. Achei um absurdo. Passei a odiar ela mais ainda!

Confesso que minha opinião sobre esse livro é bem afetada, partindo do fato de que eu queria MUITO conhecer o ponto de vista dele. Tanto quanto ainda sonho com uma versão de Crepúsculo com a visão do Edward! hahaha

Me surpreendeu por não ser o livro de sacanagem pura que todos falam por ai, e também por não ser só romance. E.L. James conseguiu colocar elementos importantíssimos e reais na história. Ela usa elementos de aviação, business e o principal de BDSM. Que apesar de ter caído na boca da mulherada, ainda é tabu para muitos.

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O livro termina com aquele suspense que quebrou nosso coração no primeiro volume e dando brecha para um segundo volume. E como li em alguns lugares que a autora é auspiciosa para os negócios, só nos resta aguardar um segundo volume para -quem sabe- 2017.

Nota: 10/10

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365 Dias Extraordinários – O Livro de Preceitos Do Sr. Browne

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“Inspirados pelo inesquecível best-seller Extraordinário, aqui estão 365 preceitos – princípios a serem seguidos – que vão iluminar, encorajar, confortar e desafiar os leitores todos os dias do ano. Há uma mensagem para cada pessoa aqui, palavras de sabedoria retiradas de músicas, grandes obras da literatura, inscrições em tumbas egípcias, frases de biscoitos da sorte, de alguns personagens de Extraordinário e de mais de cem leitores que enviaram á escritora R. J. Palacio os próprios preceitos.
Com um design encantador, 365 dias extraordinários: o livro de preceitos do Sr. Browne é uma celebração da gentileza, da esperança, da bondade, da força de vontade e do poder do amor.”

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Autor: R. J. Palacio
Número de páginas:  432
Editora: Intrínseca
Ano de publicação: 2014

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Sr. Browne é um personagem cheio de vida da história de Extraordinário. Ele aparece como professor do quinto ano do ensino fundamental – professor do Auggie para quem leu os livros. E seu papel na história ficou tão marcado que ele ganhou um livro só pra ele!
O motivo por detrás disso é que o Sr. Brown é um professor aplicado. Ele quer que seus alunos se tornem formadores de opinião, questionadores e realmente quer ensinar à eles a importância da gentileza.
Com o intuito de instigar alguns alunos em particular, ele usa preceitos em suas aulas, algumas frases famosas que passam boas e importantes lições sobre a vida.

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E o mais legal de tudo, é que essa coletânea de preceitos está completamente recheada de conteúdo dos fãs de August Pullman e sua trupe.
Então são frases de pessoas famosas que com certeza alguém leva como lição nesse mundão de meu deus! ❤

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Confesso que as vezes uso o livro com o intuito de buscar uma mãozinha. Sabe aqueles dias difíceis que você não sabe pra onde correr e se encontra em uma indisposição sinistra? Então, esse livro pode te ajudar a se livrar desses sentimentos ruins! Ele é só amor e gentileza!

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Recomendo para aqueles que curtem uma leitura diária, que recorre a outros meios para receber mensagens bonitas e que curte princípios.
E claro, indico a todos que leram Extraordinário e começou a ver o mundo com outros olhos. Princípios e boas lições nunca são demais.

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Ainda não conhece Extraordinário? Fiz uma resenha que você pode ver clicando aqui.

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Resenhada: Isla E O Final Feliz – Stephanie Perkins

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“Tímida e romântica, Isla tem uma queda pelo instrospectivo Josh desde o primeiro ano na SOAP, uma escola americana em Paris. Depois de um encontro inesperado em Nova York durante as férias, os dois se aproximam, e o sonho de Isla se torna realidade. Prestes a se formarem no ensino médio, agora eles terão que enfrentar muitos desafios se quiserem continuar juntos. incluindo dramas familiares, dúvidas quanto ao futuro e a possibilidade cada vez maior de seguirem caminhos diferentes.

Com participações de Anna, Étienne, Lola e Cricket, personagens mais do que queridos pelo público, Isla e o Final Feliz é uma história de amor delicada, apaixonante e sedutora, um desfecho que vai fazer os fãs de Stephanie Perkins suspirarem ainda mais.”

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Autor:
Stephanie Perkins
Número de páginas: 304
Editora: Intrínseca
Ano de publicação: 2015

Primeiramente, preciso deixar uma coisa bem clara por aqui. O nome dela é falado AILA não ISLA como se escreve.
Ai-la ok? Estamos entendidos? Beleza, podemos continuar..

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Na maioria dos livros de romance, os casais demoram um tempão para ter o primeiro beijo, e em alguns casos eles não acontecem de forma grandiosa, com música romântica e todo aquele frufru que toda leitora gosta.
Mas a Isla é MUITO sortuda e com ela acontece desse jeitinho. E o melhor de tudo? Com o garoto que ela gosta desde o primeiro colegial!
Juro que fiquei arrepiada imaginando as cenas e a deusa interior dela gritando “ARRAZAAAAAA GAROTA!”.

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Isla é uma garota tímida que vive a maior parte do ano em Paris, onde estuda na SOAP. Que é uma escola americana na cidade luz.
Ela é apaixonada por Josh as escondidas faz um tempinho. E durante as férias do colégio (que é quando ela vai para Nova York), ela acaba encontrando o Josh na Kismet. Uma cafeteria que ela frequenta sempre, mas nunca tinha dado de cara com ele. Só que assim.. ela encontra com ele quando ta chapada de remédio para dor de dente. Ela tinha acabado de arrancar os sisos (amiga Isla, vamos dar as mãos, sei como é isso). E é extremamente engraçado! Porque ela acaba falando um monte de coisa nada a ver pra ele. Mas ele acha até que engraçadinho, desenha ela durante a conversa e acaba levando ela para casa.
Depois desse dia eles nunca mais se encontraram, só voltam a se falar mesmo no colégio, que é onde toda a história acontece.

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A autora tem um dom de criar momentos únicos em seus livros, que te fazem realmente acreditar em contos de fadas. E no final do livro você acaba ficando com um desejo de “quero muito que isso aconteça comigo”.
Achei super válido a autora dar continuidade na série (se assim devemos chamar) com uma história exclusiva para Josh e Isla. Ela sempre pareceu ser uma personagem fofa. Mas você acaba descobrindo que no fundo ela é uma garota extremamente vulnerável e insegura (me identifiquei com ela de imediato quanto a isso).
Me identifiquei mais ainda com a história pelo fato da autora atropelar os momentos do “início de namoro” e já passar para a parte de “autodestruição”. Acredito que meninas inseguras possuem o poder de tomar iniciativas radicais antes que alguém pense em toma-las e com isso vir a machucar seus sentimentos.
Juro que quis abraçar a Isla algumas vezes e falar “amiga, te entendo!”.

Leitura muito boa, com fluidez e sem muitos perrengues pela frente.
Indico para todos os grandes românticos e amantes de Paris e Nova York. ❤

Nota: 9,5

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Resenhada: Como Eu Era Antes De Você – Jojo Moyes

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“Lou Clark sabe uma porção de coisas.

Ela sabe quantos passos separam sua casa do ponto de ônibus. Sabe que adora trabalhar como atendente em um café e sabe que provavelmente não ama seu namorado, Patrick.
O que Lou não sabe é que está prestes a perder o emprego, e que isso a obrigará a repensar toda sua vida.
Will Traynor, por sua vez, sabe que o acidente com a motocicleta tirou dele a vontade de viver. Ele sabe que o mundo agora parece pequeno e sem graça, e sabe exatamente como vai dar um fim a tudo isso.
O que Will não sabe é que a chegada de Lou vai trazer de volta a cor á sua vida. E nenhum deles desconfia de que esse encontro irá mudar para sempre a história dos dois.”

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Autor:
Jojo Moyes
Número de páginas: 318
Editora: Intrínseca
Ano de publicação: 2013


ATENÇÃO!!

Ministério da Saúde adverte:
Este livro pode levar a sérios distúrbios psicológicos após sua leitura, assim como pode ocasionar lágrimas heteras e lágrimas raivosas.
Aconselhamos o uso de lenços de papel e não ler perto de parentes ou no caminho para o trabalho. 

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“[…]Às vezes, eu me sentia como o rei Canuto, fazendo inúteis pronunciamentos diante da maré de coas e devastação. […] Eu trabalhava porque acreditava na ordem, em um código moral. Acredito que existe certo e errado, por mais fora de moda que o conceito possa parecer.[…]

Houve momentos em que eu realmente pensei em jogar esse livro pela janela, ou botar fogo, dar para uma pessoa no metrô, e/ou largar no meio da rua…
Me fez passar TANTO NERVOSO no fim, que fiquei refletindo sobre ele uns bons 10/15 dias. Fiz uma bela reflexão sobre o egoísmo, o orgulho.. e como os pensamentos negativos podem simplesmente tirar todo o prazer de viver.

Os personagens são altamente carismáticos! Louisa Clark é de longe uma personagem altamente perigosa, pois me peguei diversas vezes pensando como ela, me vestindo como ela (sério).. rs. É uma personalidade forte e que eu realmente estou muito curiosa para conhecer no cinema. Ainda mais com a linda da Emilia Clarke! < 3
Will Traynor é um velho zuza que realmente chama a atenção, não sei se pelo fato de que eu me atraio muito por personalidades altamente teimosas ou pela determinação que ele sempre teve.

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Lou por mais carismática que seja, é totalmente parada no tempo. Estagnada na casa de chá onde trabalha, e na vida simples que leva com sua família e seu namorado babaca, Patrick.
Ela acaba perdendo o emprego após a casa de chá fechar, e se vê rendida diante da situação na sua casa: Seu pai está com uma idade mais avançada, e a “firma” onde ele trabalha está prestes a fechar as portas. Ela é a única que trabalha e sustenta uma boa parte do orçamento da casa, já que sua irmã, egoísta está voltando para a faculdade juntamente com o filho pequeno, e não pode ajudar em nada.
Depois de muito alarde, choro, propostas indecentes e afins. Ela encontra um trabalho como cuidadora de Will, que sempre foi um homem cheio de vida, muito ativo e bem sucedido que morava em Londres. Mas após um acidente com uma motocicleta passou a ser tetraplégico, solitário e perigoso para si mesmo.

“Como Eu Era Antes De Você” é uma leitura envolvente que eu confesso, tive um pouco de dificuldade no começo.
Tem capítulo que é da mãe do Will, tem capítulo da Lou.. sei lá, fiquei meio sem foco.
Mas quando peguei ele no Desafio Literário de Agosto para continuar a leitura, eu DEVOREI. Li em 2 dias mais ou menos e sofri MUITO no final.
É uma espécie de “Um Dia”, que te conquista aos poucos e no final acaba com você, pega seu coração, pisa nele e joga para os cachorros (opa, vou parar por aqui quanto aos detalhes).

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Não vou falar que é um livro magistral, porque realmente não me impressionou tanto assim. Me deixou muito fula da vida e carente durante dias! Mas indico a todos os amantes de romance. É um livro que conquista o coração, da um friozinho na barriga e que deixa uma lição de amor linda!

Nota: 8,5/10 (só pela raiva que eu passei ok?)

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